Agressões a torcedores do Bahia levam Camisa 12 a ser suspensa por 90 dias

Segundo o Jecrim, Integrantes da organizada do Inter não poderão ir a estádios identificados com material da torcida até que os demais envolvidos no tumulto sejam identificados.
Mais uma organizada do Inter está suspensa. A Camisa 12 foi suspensa por 90 dias devido às agressões de alguns de seus integrantes a dois torcedores do Bahia, ao final da partida deste domingo entre as duas equipes no Beira-Rio. A Guarda Popular segue suspensa pela Justiça devido aos tumultos do Gre-Nal de 11 de março, também no Beira-Rio.

Segundo o juiz Marco Aurélio Martins Xavier, titular do Juizado Especial Criminal (Jecrim), dois torcedores do Bahia foram agredidos quando deixavam o estádio, nas cercanias do Gigantinho.


- Um pai e um filho foram agredidos porque acabaram identificados como torcedores do Bahia, com as camisas do clube. Os agressores foram integrantes da Camisa 12, por isto, a torcida foi suspensa para que possam identificar os demais agressores. Por enquanto, temos apenas um torcedor identificado e que será processado por crime de tumulto - disse Xavier.

O juiz lembra que a Camisa 12 havia sido suspensa em março, por causa dos tumultos com a torcida do Grêmio no clássico, mas foi posteriormente liberada depois que os envolvidos nas confusões foram apresentados. 

- Tomamos esta atitude para neutralizar a violência de grupo. Se neutraliza a torcida, com a proibição da festa. Assim, eles não poderão entrar no estádio pelo acesso biométrico, tem de comprar ingresso, se quiserem assistir aos jogos. Serão 90 dias de punição para que possamos identificar individualmente os demais agressores - afirmou Xavier.  

Das três principais organizadas do Inter, apenas a Nação Independente está liberada no momento.    


Fonte:GZH
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