Colo-Colo é derrotado pelo Delfín e vira lanterna do Grupo 2

Resultado ficará registrado na história do torneio como a primeira vitória do time equatoriano em sua curta vivência na competição

(Foto: REUTERS/Ivan Alvarado)
Apesar do ótimo público presente no Monumental de Santiago ser de torcedores do Colo-Colo, a noite foi do Delfín. Em jogo da terceira rodada do Grupo 2 na Copa Libertadores, os equatorianos conseguiram uma ótima vitória por 2 a 0.

Ao invés de tentar fazer uma pressão no estilo “blitz” sufocando o adversário desde o início, o Colo-Colo preferiu pregar uma troca de passes mais coerente, sem acelerar de maneira desproporcional os lances e dando bastante valor a posse de bola.

Trabalhando dessa maneira, os donos da casa chegaram com perigo aos 13 minutos quando, em cruzamento vindo do lado esquerdo, o experiente Esteban Paredes cabeceou para uma grande defesa de Pedro Ortiz.

Já o Delfín, aos poucos, tentava ele também não ficar totalmente defensivo e trocar passes mais a frente do campo. Porém, faltava mais qualidade nos passes e até mesmo quantidade de jogadores avançados já que, cercado de defensores, o camisa 9 Luis Congo pouco conseguia produzir.

A primeira vez que conseguiu chutar com perigo a meta colo-colina fi aos 42 minutos quando, em rebote de escanteio, o lateral Pedro Perlaza soltou a bomba e fez Agustín Orión praticar uma importante intervenção com a ponta dos dedos. Antes do término da primeira etapa, Juan Insaurralde quase tirou o grito de gol da garganta do torcedor no Monumental de Santiago, mas o travessão salvou o Cetáceo.

No início da etapa complementar, enquanto os anfitriões tentavam abrir a contagem, quem acabou conseguindo o feito foram os equatorianos.

Aos sete minutos, Jesi Godoy recebeu passe dentro da área feito por e dividiu com Orión para, no rebote, José Arismendi balançar as redes e fazer com que a pequena presença de torcedores do Delfín comemorasse na capital chilena.

A partir daí, a pressão foi total do Cacique e de todas as maneiras: Pelo alto, por baixo, trocando passes, através da bola parada… porém, nada desses recursos usados com muita precisão diante de uma zaga muito bem postada. O momento de maior perigo para o triunfo dos Cetáceos foi aos 37 minutos quando, em chute desviado na zaga, a bola enganou totalmente Pedro Ortiz e beliscou a trave antes de sair.

Para jogar a chamada “pá de cal”, aos 48 minutos Geovanny Nazareno fez cruzamento e o volante Carlos Carmona acabou jogando contra o próprio patrimônio, 2 a 0, placar final.


Fonte:Lance
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