Campeonato Inglês

Com golaço de Fabinho, Liverpool bate City e se isola na liderança do Inglês

Com gols de Fabinho, Salah e Mané, os anfitriões dominaram as ações e bateram o time de Guardiola por 3 a 1. Bernardo Silva diminuiu o placar

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10/11/2019 17h41
Por: Robson Silva
Fonte: Gazeta Esportiva
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Foto: Reprodução/Twitter
Foto: Reprodução/Twitter

Na tarde deste domingo, o Liverpool recebeu o Manchester City no Anfield, pela 12ª rodada do Campeonato Inglês. A partida mais aguardada da competição teve um início emocionante, mas não demorou para os Reds mostrarem sua força dentro de casa. Com gols de Fabinho, Salah e Mané, os anfitriões dominaram as ações e bateram o time de Guardiola por 3 a 1. Bernardo Silva diminuiu o placar.

Com o resultado, os comandados por Jurgen Klopp mantiveram a invencibilidade e estão nove pontos na frente do Leicester, vice-líder da competição. Os Citizens , por sua vez, conheceram sua terceira derrota e seguem estacionados na quarta posição, com 25 pontos somados.

Querendo manter a distância para os rivais, o Liverpool volta a campo depois da Data Fifa de novembro. A partida contra o Crystal Palace, às 12 horas (de Brasilia), no Selhurst Park, está prevista para o dia 23. Do outro lado, o City conta com o apoio da sua torcida para o compromisso que acontece no mesmo dia, contra o Chelsea, às 14h30 (de Brasília).

A peleja começou eletrizante. Antes mesmo do pontapé inicial, a torcida dos Reds, que compareceu em peso no Anfield, já vaiava o Manchester City. Sem se abalar com a pressão, a equipe de Pep Guardiola, como de praxe, tocavam a bola calmamente e tentavam achar os espaços na sólida defesa anfitriã.

Em uma das ofensivas dos citizens, aos quatro minutos de jogo, De Bruyne levantou para área e a bola bateu no braço de Alexander-Arnold. Imediatamente, Sergio Aguero pediu pênalti, mas o árbitro mandou o lance seguir. Se valendo da sua melhor característica, o Liverpool saiu em um contra-ataque fulminante e Fabinho inaugurou o marcador. O brasileiro aproveitou a falha de Gundogan e, da intermediária, acertou uma finalização de rara felicidade no canto direito do goleiro.

O gol da equipe de Jurgen Klopp não parecia ter abalado o City. Com oito no relógio, Sterling explorou a falta cobrada por De Bruyne e assustou o goleiro Alisson. O Anfield se tornou ainda mais ensurdecedor aos 12 da primeira etapa. Alexander-Arnold fez linda inversão para Robertson, que demonstrou categoria ímpar para dominar a bola e achar Salah dentro da grande área. O camiseta 11 estava sozinho e testou para o fundo das redes. 2 a 0.

Com Guardiola inquieto na beira do gramado, os visitantes seguiam valorizando a posse e quase diminuíram com Angeliño. O lateral-esquerdo tabelou com Kevin de Bruyne e, apesar do chute mascado, a bola resvalou na trave. Com as linhas mais avançadas e os laterais se postando no campo de ataque, o Liverpool apostava nos contra golpes e, antes do apito final, Firmino quase deixou o dele. O camisa 9 recebeu um bom passe, fintou o zagueiro e fuzilou o gol de Claudio Bravo, que fez boa defesa.

Na volta do vestiário, a calma para trocar passes se tornou afobação. Do outro lado, os Redes mantiveram a postura soberana e ampliaram o marcador logo aos cinco. Henderson recebeu do lado direito e viu Mané bem posicionado dentro da pequena área. O senegalês cabeceou mal, mas o goleiro colaborou e o placar ficou ainda mais elástico.

Atordoados com a atuação de gala dos donos da casa, o time de Manchester não conseguia se impor e as oportunidades de gol foram raras na primeira metade da segunda etapa. Depois da chance desperdiçada por Sterling, De Bruyne, sempre ele, tocou rasteiro para Aguero, que não alcançou a bola. Os três pontos estavam desenhados, mas a mudança promovida por Klopp deu uma sobrevida para o City.

Milner não entrou bem no lugar de Henderson, que fazia uma partida excelente, e o City se soltou em campo. Faltando 13 para o fim, Bernando Silva aproveitou o desvio no cruzamento, soltou a perna canhota e finalmente vazou a meta de Alisson. Nos 10 minutos derradeiros da partida, apesar dos 79% de posse de bola dos Citizens, a falta de pontaria foi fator determinante para que não houvesse alteração no placar.

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