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19 maio 2020

Atleta russa revela ter recebido proposta para se prostituir

Daria Klishina disse também se arrepender das fotos sensuais que fez no passado

Foto: Alexander Hassenstein/Getty Images

A vice-campeã mundial de salto em distância de 2017, Daria Klishina, revelou em uma entrevista ao site Sports.ru que lhe ofereceram US$ 200.000 por mês por trabalhar como prostituta de luxo. Segundo a atleta russa, a proposta chegou dos EUA através do Instagram.

— Me ofereceram para ser uma 'acompanhante'. Isso aconteceu meio ano atrás. Eu nunca esperava algo assim — disse Daria, que é bicampeã da Europa.

De acordo com ela, ao receber a mensagem sua resposta imediata foi: "Sinto muito, mas esta proposta não me interessa".

Mesmo assim, o homem insistiu: "Não, espere, não recuse tão cedo, você não sabe em que termos, a quantia e tal".

Aos 29 anos, Daria disse que não se vê como uma mulher que concordaria com esse tipo de proposta, e se arrepende de ter feito fotos sensuais no passado:

— Todo mundo tem, digamos, erros de jovens. Você faz isso sem pensar que isso possa afetar sua carreira ou mesmo fora dela. Penso nisso como algo do passado — disse Klishina.

Jogos de Tóquio: velocista se diz pronto para "correr em alto nível"

Paulo André Camilo tem a segunda melhor marca do país nos 100 metros

Foto: Abelardo Mendes Jr/rededoesporte.com.br

Aos 20 anos, o velocista Paulo André tem tudo para brilhar na Olimpíada de Tóquio (Japão) como expoente do atletismo brasileiro. Nascido em Santo André, no ABC paulista, e radicado em Vila Velha, no Espírito Santo, o atleta já coleciona uma extensa lista de conquistas. Tricampeão do Troféu Brasil na prova dos 100 metros rasos (2017, 2018 e 2019), campeão mundial e pan-americano no revezamento 4x100 no ano passado.  Durante o Troféu Brasil no anno passado, o paulista fez a segunda melhor marca do Brasil na história dos 100 m, a prova mais rápida do atletismo. Paulo André cruzou a linha de chegada em Lima (Peru) com o tempo de 10s02, ficando a apenas dois centésimos de segundo da marca obtida pelo velocista Robson Caetano, único brasileiro campeão pan-americano (Havana,1991), que bateu o recorde nacional e sul--americano em 1988, ao terminar a prova em dez segundos cravados. Na noite de ontem (18), Paulo André participou de uma live (transmissão ao vivo) na conta oficial da Confederação Brasileira de Atletismo (CBAt), no Instagram. 

O atleta já se garantiu na prova individual dos 100 m em Tóquio (Japão), e também no revezamento 4x100 m. Mas, apesar da vaga assegurada, somente às vésperas dos Jogos, serão divulgados os nomes dos atletas da equipe que competirá no Japão.

Enquanto isso, Paulo André segue com foco total na estreia olímpica. Ele e o pai, o treinador Carlos Camilo, estão “confinados”,no  Espírito Santo. "Estava com as malas prontas para ir para os Estados Unidos quando a pandemia [do novo coronavírus] chegou com tudo. Claro que fiquei chateado, mas não posso parar. Esse ano que falta para os Jogos passa muito rápido. Conversei com o meu pai e a minha equipe. Escolhemos Vila Velha. Estamos confinados aqui. Estou conseguindo treinar na pista. Só preciso adaptar academia", descreveu.      

Novo calendário

Outra motivação para o jovem brasileiro foi o novo calendário da modalidade divulgado na semana passada pela Confederação Internacional de Atletismo (World Athletics). Antes realizados ao longo do ano, as etapas da Diamond League e do novo Continental Tour serão condensadas entre os meses de agosto e outubro deste ano. "Nas primeiras semanas da quarentena, várias vezes sentia falta das competições. Foi difícil seguir treinando sem ter nada previsto. Mas não parei. E, se tivesse competição nesse final de semana, estaria pronto. Estou treinando em alto nível. O foco é claro que é a Olimpíada, mas essa volta na Diamond League será importante demais". 

Mundial de Revezamentos

Paulo André ao lado do Rodrigo Nascimento, de Derick Silva e do Jorge Vides foram os mais rápidos no Campeonato Mundial, em maio passado, Yokohama (Japão). A equipe verde e amarela terminou a prova com 38s05, os Estados Unidos levaram a prata com 38s07 e a Grã-Bretanha fechou o pódio com 38s15. 

"Durante o aquecimento, no estádio em Yokohama, lá onde o Brasil ganhou a Copa em 2002, a gente viu que estávamos fazendo uma preparação legal. Fazendo as passagens bem limpas. Percebi que tínhamos chances. Fomos bem na semifinal e chegamos na decisão. Aquela noite não foi fácil. Passamos um pouco de problemas por causa do fuso horário. No dia, quando entramos na pista parece que caiu a ficha mesmo. Pensei comigo que estávamos desconfiados há poucos dias e que naquela hora a gente estava prestes a correr a final. Depois foi só história”.

Essa vitória histórica foi em maio e, meses depois, em outubro, no Mundial de Atletismo, em Doha (Catar), a equipe nacional formada por Rodrigo Nascimento, Vitor Hugo dos Santos, Derick Silva e Paulo André conquistou o quarto lugar com a marca de 37s72,  quebrando o histórico recorde brasileiro e sul-americano da prova que durou mais de 19 anos. A antiga marca era 37s90 obtida na conquista da prata olímpica em Sydney (Austrália), em 2000.  Esse quarto lugar no Mundial de 2019 confirmou a vaga brasileira nos Jogos de Tóquio.

Recorde brasileiro

"Não sinto pressão. É uma coisa que me motiva. Acho que a palavra mais correta é expectativa. Você precisa aprender a correr a prova dos 100 m. Ela é muito complexa. Sempre tem um ponto que você precisa acertar. Em 2019, corri várias vezes entre 10s e 10s10. Para mim e para a minha equipe, é uma realidade. Se eu quero fazer história individualmente, preciso pensar em 09s80, 09s70".

No Troféu Brasil do ano passado, ele chegou a concluir a prova em 09s90, mas a marca não foi homologada porque o vento estava em 3,6 m/s, superando o limite máximo de 2 m/s. Já, no Campeonato Mundial, Paulo André fez o tempo de 10s14, ficou em quarto lugar na primeira série semifinal, e em 12º no geral, sem conseguir a vaga na final. A classificatória foi vencida pelo americano Christian Coleman, que acabou sendo o campeão mundial da prova, com o tempo de 09s76 (a sexta melhor marca de todos os tempos).

Relação com o pai 

Pai e treinador, o ex-velocista Carlos Camilo acompanha o dia a dia da carreira do filho.  O carinho, a preocupação e os cuidados do ex-atleta levam a crer que a carreira de Paulo André será ainda mais vitoriosa. Mas a convivência nem sempre é tranquila. "Ele é um pouco chato como amigo", revela às gargalhadas o jovem velocista. Paulo André reconhece que em algumas vezes a dupla misturava um pouco as coisas. "Mas hoje em dia ele me entende muito. E eu também amadureci bastante" completa.

Fonte: Agência Brasil

Edição 2020 da Corrida de Juiz de Fora será virtual e beneficente

Organizador propõe desafio pela internet para corredores e ciclistas

Foto: Acervo Pessoal

Em época de pandemia do novo coronavírus (covid-19), que tem inviabilizado praticamente todos os eventos esportivos ao redor do mundo, a solução dos organizadores da Corrida Rural da Represa em Juiz de Fora (na zona da mata mineira) para não cancelar a edição desse ano, que será a terceira da iniciativa, foi propor um formato online, diferente dos anos anteriores, nos quais a Represa João Penido foi o cenário da prova.

O organizador da corrida, Jaime Moura, disse à Agência Brasil que “a ideia é cada um correr ou pedalar na sua própria casa, ou onde lhe convier, porém sozinho e distante de todos os concorrentes”.

“Vale correr no quintal, na esteira, na bicicleta ergométrica e até na garagem”, afirma Jaime. Os percursos são de seis, 12 e 21 quilômetros de corrida ou 30 e 60 quilômetros de ciclismo. “Cada um dos competidores terá que comprovar a distância percorrida e o tempo através de postagens em redes sociais, ou através de fotos de cronômetros digitais”, afirma.

A inscrição apenas com medalha custa R$ 35, e com o kit completo, R$ 70. “O kit completo tem medalha, camiseta e máscara. Não temos fins lucrativos, vou distribuir todo o valor arrecado para entidades assistenciais da região. O cadastro pode ser feito pela página do evento na internet.

“Corro todo dia 10 quilômetros aqui em casa. Dá sim [para correr em casa]. É só querer. Já recebemos inscrições de vários locais. Tem gente do Ceará, da Argentina, de Portugal e até da China”, diz o organizador. As entidades que serão auxiliados com os recursos obtidos são a Sopa dos Pobres e o Hospital Universitário da Universidade Federal de Juiz de Fora.

Fonte: Agência Brasil

28 outubro 2018

Kiptum bate recorde mundial da meia maratona

O queniano Abraham Kiptum. EFE/Manuel Bruque
O queniano Abraham Kiptum bateu, com o tempo de 58min18, o recorde mundial da meia maratona, em prova disputada neste domingo em Valência, na Espanha.

Kiptum, de 30 anos e que tinha como melhor marca pessoal 59min09, superou assim um recorde que estava vigente desde 2010, de 58min23, e era do eritreu Zersenay Tadese.

Em segundo lugar na prova de hoje em Valência ficou o etíope Jemal Yimer (58min33), seguido pelo compatriota Abadi Hadis (58min44).

Entre as mulheres, a vitória ficou com Gelete Burka, da Etiópia, com tempo de 1h06min10, seguida por Alia Mohammed, dos Emirados Árabes Unidos (1h06min13), e Edith Chelimo, do Quênia (1h06min18).

14 outubro 2018

Com gol do herói da Euro, Portugal vence Escócia em amistoso

Helder Costa, Éder e Bruma garantem vitória portuguesa (Foto: Andy Buchanan/AFP)
Fechando a rodada de amistosos internacionais neste domingo, a seleção de Portugal foi a Glasgow encarar a Escócia e mesmo sem entrar em campo com os jogadores considerados titulares venceu a partida sem dificuldades pelo placar de 3 a 1.

O próximo compromisso de Portugal está marcado apenas para o mês de novembro, quando encara a Itália, fora de casa, pela quinta rodada da Liga das Nações, no dia 17, às 17h45 (de Brasília). Pela mesma rodada da competição e no mesmo dia e horário, a Escócia também entra em campo e visita a Albânia.

O jogo

O primeiro tempo foi equilibrado, com chances para ambos os lados. Portugal conseguiu ficar mais com a bola no pé, mas a Escócia chegou a ter momentos de superioridade, sobretudo na metade da primeira etapa, mas não aproveitou para converter em gols.

Mesmo equilibrando a partida e chutando bastante, os escoceses tomaram um banho de água fria pouco antes de ir para o intervalo. Aos 43 minutos, Kevin Rodrigues cruzou na área e Hélder Costa estava lá para ganhar do zagueiro e mandar para o fundo da rede, abrindo o placar em Glasgow.

O segundo tempo começou morno, com poucas emoções. Portugal não tinha mais tanta vantagem na posse de bola e via os adversários chutaram mais ao gol. No entanto, a equipe de Fernando Santos fez valer a superioridade técnica e o favoritismo para chegar ao segundo tento.

Aos 29 minutos, em falta cobrada na medida por Renato Sanches, Éder, o herói da Euro 2016, subiu mais alto para cabecear da entrada da pequena área e estufar as redes, ampliando para os lusos.

Já no finalzinho, aos 39 minutos, Gedson Fernandes acionou Bruma, que invadiu a área, driblou a marcação e mandou a bomba no ângulo direito para decretar o triunfo.

Nos acréscimos, aos 49 minutos, saiu o gol de honra da Escócia. Em jogada bem trabalhada, McGregor ganhou dos defensores, girou e tocou Steven Naismith, que sem pestanejar, mandou para o fundo da rede.

Confira outros resultados dos amistosos internacionais deste domingo:

Tailândia 1 x 0 Trinidad e Tobago


Fonte;Gazeta Esportiva

10 outubro 2018

Australiano que apoiou o movimento Black Power em 1968 ganha estátua

EPU/AFP/Arquivos / -
A Austrália vai homenagear com uma estátua Peter Norman, o velocista branco que apoiou no pódio dos Jogos Olímpicos do México-1968 a manifestação a favor do movimento Black Power dos atletas negros americanos Tommie Smith e John Carlos.

Meio século depois, a foto segue sendo uma das mais famosas da história do esporte. Nela, é possível ver Smith e Carlos, primeiro e terceiro colocados da prova dos 200 metros nos Jogos Olímpicos, erguendo o punho fechado e usando uma luva preta durante o hino dos Estados Unidos, um protesto silencioso contra a discriminação racial.

No segundo lugar do pódio, Norman, um atleta branco, dá seu apoio aos dois atletas americanos ao usar um adesivo do "Olympic Project for Human Rights" (OPHR), um movimento pelos direitos humanos que havia convidados os atletas negros a boicotar os Jogos Olímpicos.

Os três homens pagaram caro pelo gesto. Os dois americanos foram suspensos da delegação americana e banidos por toda vida dos Jogos Olímpicos. Norman (1942-2006), que nunca lamentou seu gesto, se tornou um pária na Austrália.

O velocista não foi selecionado para os Jogos de Munique-1972, mesmo tendo corrido diversas vezes abaixo do tempo necessário para se classificar, e também foi esquecido pela organização dos Jogos Olímpicos de Sydney, em 2000.

Foi preciso esperar até 2012, seis anos após a morte de Norman, para que o Parlamento australiano apresentasse um texto pedindo desculpas ao atleta pelo tratamento ao qual foi submetido.

- Momento emblemático -
EPU/AFP / -
A federação australiana, a Athletics Australia, explicou que o gesto de Norman era agora reconhecido como "um dos momentos mais emblemáticos do esporte australiano e um momento particular na história olímpica".

A entidade anunciou que uma estátua de bronze de Norman será erguida nos arredores do Estádio Lakeside de Melbourne, no sul da Austrália, um ano após o lançamento de uma campanha para que isso fosse feito.

"As iniciativas para homenagear Peter Norman, como esta estátua, chegam muito tarde", reconheceu o presidente da federação de atletismo, Mark Arbib.

O dirigente também anunciou que o dia 9 de outubro, data da morte do ex-atleta em 2006, será de agora em diante o "Dia Peter Norman", uma homenagem respeitada nos Estados Unidos há mais de uma década.

Smith e Carlos foram em 2006 dois dos carregadores do caixão de Norman. Carlos pediu aos australianos que "contem a seus filhos a história de Norman".

Em abril, o Comitê Olímpico Australiano concedeu a Ordem ao Mérito a Peter Norman, a título póstumo.

16 setembro 2018

Queniano Eliud Kipchoge quebra recorde mundial na maratona

AFP / John MACDOUGALL
O queniano Eliud Kipchoge venceu a maratona de Berlim, neste domingo, e quebrou o recorde mundial da prova ao cruzar a linha de chegada em duas horas, um minuto e 39 segundos.

O recorde anterior pertencia ao compatriota Dennis Kimetto, que percorreu os 42,195 km do percurso na capital alemã em 2h02:57, em 2014.

"Minha única palavra é 'obrigado'", declarou Kipchoge após cruzar a linha de chegada. O maratonista agradeceu seus colaboradores e os organizadores.

Após a largada, Kipchoge começou a abrir a vantagem sobre seus principais adversários depois da primeira hora da corrida. O queniano foi marcando tempos parciais sempre abaixo do recorde de Kimetto.

Kipchoge foi favorecido pelo excelente clima da prova, com temperatura de aproximadamente 20º C e sem vento.

Após deixar para trás o primeiro pelotão, Kipchoge correu sozinho os últimos 17 km da maratona.

"Foi difícil correr sozinho, mas estava confiante. Disse que ia correr minha própria corrida, seguindo meu plano, e tinha confiança", declarou Kipchoge, que sempre insiste que nesta prova "a força mental é chave".

Por outro lado, a queniana Gladys Cherono conseguiu defender o título conquistado no ano passado e voltou a vencer a prova feminina, cruzando a linha de chegada em 2h18:11.

15 setembro 2018

Thiago Braz vai competir no Troféu Brasil de Atletismo neste domingo

 (Foto: Wander Roberto/COB)
O Troféu Brasil de Atletismo, realizado pela Confederação Brasileira de Atletismo (CBAt) e coorganizado pela Federação Paulista de Atletismo (FPA) termina neste domingo. O último dia do evento terá uma de suas principais atrações.

Às 14 horas (de Brasília), o campeão olímpico Thiago Braz, do Pinheiros, tenta a medalha de ouro no salto com vara masculino. O atleta ficou no lugar mais alto do pódio nos Jogos Olímpicos de 2016, no Rio de Janeiro, quando venceu o duelo acirrado contra o francês Renaud Lavillenie ao saltar 6,03 metros.

Além de Thiago Braz no salto com vara, a final dos 200 metros feminino também traz uma das principais atrações do Troféu Brasil de Atletismo. Depois de conquistar o ouro nas provas de 100 metros e 400 metros, Vitória Rosa tenta sua terceira vitória na competição.

O Troféu Brasil de Atletismo acontece em Bragança Paulista (SP), no Estádio Central de Desenvolvimento do Atletismo. O último dia do evento começa às 8h55.

Confira todas as finais do Troféu Brasil de Atletismo deste domingo

09h05 – Salto com vara feminino
09h45 – Salto em altura feminino
10h00 – 5.000 m feminino
11h00 – 200 m feminino
11h15 – 200 m masculino
11h30 – Heptatlo (800 m)
13h45 – Salto em distância feminino
14h00 – Salto com vara masculino
14h25 – 400 m com barreiras feminino
14h45 – Salto em altura masculino
14h50 – 400 m com barreiras masculino
15h00 – Lançamento do dardo masculino
15h15 – 1.500 m feminino
15h30 – 800 m masculino
15h45 – Salto em distância masculino
16h00 – 5.000 m masculino
16h45 – 4×400 m feminino
17h05 – 4×400 m masculino


Fonte:Gazeta Esportiva
 
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