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14 junho 2018

Kiprop renuncia a defesa de acusações de doping

O atleta queniano Asbel Kiprop, na reunião da Liga Diamante em Zurique, 3 de setembro de 2015.(AFP / Arquivo / MICHAEL BUHOLZER)
O queniano Asbel Kiprop, campeão olímpico de 1500 metros em 2008 e tricampeão mundial, anunciou na quinta-feira que se resignou ao seu destino e desistiu da defesa das acusações de doping contra ele.

Em novembro de 2017, a Kiprop apresentou um teste antidoping positivo para a eritropoietina (EPO). Ele enfrenta uma suspensão de quatro anos por violações da regra antidoping pela Federação Internacional de Atletismo (IAAF).

Seu caso está agendado para 28 de junho em Londres pelo Tribunal Disciplinar Independente da IAAF. Mas, citando a falta de apoio das autoridades quenianas e a falta de dinheiro para pagar seus advogados, ele diz que desistiu de defender-se no tribunal.

"Sou completamente inocente. (Mas) não adianta lutar comigo para lavar minha reputação sem o apoio dos meus chefes, da minha federação e do governo atrás de mim. Isso é injusto", disse ele. para AFP.

"Mesmo se eu estou pronto para fazer de tudo para provar minha inocência, é óbvio que eu não consigo encontrar minha credibilidade, embora meus acusadores irá, sem dúvida, reconhecer minha inocência", ele havia indicado anteriormente um comunicado de imprensa transmitido durante a noite.

Kiprop, 28, disse que não tem dinheiro para pagar advogados ou médicos especialistas e está embarcando em uma longa e custosa batalha legal.

"Sou financeiramente fraco para enfrentar a IAAF (...) estou reduzido a não admitir ter dopado, mas ser vítima dos meus acusadores", acrescentou.

O corredor queniano tentou se defender afirmando que irregularidades haviam sido cometidas durante o teste. Mas a Unidade de Integridade do Atletismo (AIU), um órgão independente encarregado de questões de integridade e doping na disciplina, rejeitou suas acusações.

O controle positivo de EPP de Kiprop foi um novo golpe para o atletismo queniano. Foi um dos mestres de meia distância nos últimos anos com três Campeão do Mundo de 1500 m (2011, 2013, 2015) e uma vitória olímpica e à mesma distância em 2008, em Pequim após a desactivação doping de Rachid Ramzi.

Mais de 40 atletas quenianos foram declarados positivos nos últimos cinco anos. O Quênia foi colocado em 2016 na lista de países sob vigilância da IAAF. E foi somente após a adoção de uma nova lei antidoping, pouco antes dos Jogos do Rio em 2016, que o país foi retirado da lista de nações "não conformes" da WADA.

13 junho 2018

Campeão mundial, Gatlin é ouro no Meeting de Ostrava; Brasileiro é prata

 (Foto: Divulgação)
Um dos maiores eventos de atletismo do mundo, o Meeting de Ostrava, na República Tcheca, aconteceu nesta quarta-feira e teve Justin Glatin como grande vencedor dos 100m rasos.

O atual campeão mundial da prova confirmou o favoritismo e venceu com o tempo de 10s03, seguido do sul-africano Akani Simbini (10s13) e do também norte-americano Michael Rodgers (10s15).

Gatlin ficou conhecido mundialmente após vencer o raio Usain Bolt nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro em 2016. Com uma carreira recheada de polêmicas, o veterano possui três medalhas de ouro em Mundiais.

Gabriel Constantino fica com a prata no Ostrava Golden Spike

Nos 110m com barreiras disputado no Ostrava Golden Spike, o brasileiro Gabriel Constantino surpreendeu e ficou com a medalha de prata, com 13s48. O carioca ficou atrás do francês Pascal Lagarde,13s45, e o húngaro Balázs Baji, 13s52, ficou com o bronze.

Atleta do Pinheiros, Gabriel lidera o ranking brasileiro dos 110m com barreira, marca conquistada em Gainesville, nos Estados Unidos, no mês de abril deste ano. Ele ficou na sexta colocação nos 60m com barreira no Campeonato Mundial Indoor de Birmingham, na Grã-Bretanha.


Fonte:Gazeta Esportiva

CBAt convoca Seleção para o Sul-Americano Sub-18 do Equador

(Foto: Giuliano Moroni/CBAt)
A Confederação Brasileira de Atletismo (CBAt) convocou, nesta quarta-feira, a equipe que representará o país no Campeonato Sul-Americano Sub-18 da modalidade. A competição será realizada nos dias 30 de junho e 1º de julho na cidade de Cuenca, no Equador. A delegação contará com 32 atletas, sendo 18 na categoria masculina e 14 na feminina, que buscam manter a hegemonia brasileira.

A comissão técnica também foi divulgada. Alexandre Moratto (SP) será o treinador-chefe, enquanto Nelson Lemes Souza (SP), Alex Sandro de Jesus Lopes (SP), Darci Ferreira da Silva (SP), Sidmar Andrigheto Gielow (PR) e Dejaci Pereira da Costa (PE) compõe a delegação como treinadores. O local de competição será a Pista de Atletismo Jefferson Pérez e reunirá os melhores atletas da categoria de todo o continente.

Confira a lista de convocados: 

Masculino
Lucas Conceição Vilar (Águias Guariba) – 200 m, 400 m
Caio de Almeida Teixeira (Centro Olímpico) – 200 m, 400 m, 400 com barreiras
Lucas Pinho Leite (Barra do Garças) – 800 m, 1.500 m, 3.000 m
Eduardo Ribeiro Moreira (CRIA Lavras) – 1.500 m
Marcos Paulo Ferreira (ASPMP) – 110 m com barreiras
Eric Vitor Campos (ASA Sorriso) – 110 m com barreiras
João Carlos dos Santos Junior (FAE Osasco) – 400 m com barreiras
Matheus Estevão Borges (Orcampi Unimed) – 2.000 m com obstáculos
Leonardo Ferreira do Nascimento (Orcampi Unimed) – 2.000 m com obstáculos
Elton Junio dos Santos Petronilho (Cria Lavras) – salto em altura
Augusto de Campos Fernandes (SESI-SP) – salto em altura
Adrian Henrique Dias Vieira (SESI-SP) – salto em distância, salto triplo
Angel Inocêncio da Silva (FECAM) – salto em distância
Vitor Gabriel Motin (PM Colombo) –arremesso do peso – lançamento do disco
Guilherme Moreira Soares (IEMA São Bernardo) – lançamento do dardo
Carlos Eduardo Amorim Silva Pereira (CT Piauí) – lançamento do dardo
Henrique Pereira Silva (APA Petrolina) – decatlo
Jonathan da Silva (FAE Osasco) – decatlo

Feminino
Vitória Pereira Jardim (Centro Olímpico) – 100 m
Erica Geni Cavalheiro (Instituto Foz) – 400 m
Thais Michele Clemente (APCEF) – 100m com barreiras
Jéssica Vitoria Moreira (Águias Guariba) – 400 m com barreiras
Vivica Ifeoma Ilobi (Centro Olímpico) – 400 m com barreiras
Leticia Almeida Belo (Orcampi Unimed) – 2.000 m com obstáculos
Arielly Kailayne Rodrigues (Rondonópolis) – salto em altura
Lissandra Maysa Campos (Instituto Vicente Lenilson) – salto em distância
Nerisnelia dos Santos Sousa (ASA Sorriso) – salto triplo
Whaylla Ester de Oliveira (ARPA) – salto triplo
Rafaela Cristine de Sousa (Poços de Caldas) – arremesso do peso, lançamento do disco
Rafaela Cristina da Silva (SESI-SP) – arremesso do peso
Stefany Beatriz Navarro (Asempar) – lançamento do dardo
Larissa Serafim de Souza (Orcampi Unimed) – heptatlo


Fonte:Gazeta Esportiva

06 junho 2018

Brasil conquista mais dez medalhas no atletismo em Cochabamba

(Foto: Wagner Carmo/CBAt)
No segundo dia de disputas do atletismo nos Jogos Sul-Americanos, o time brasileiro conquistou 10 medalhas, sendo três de ouro, três de prata e quatro de bronze. Ao todo já são 14 medalhas ganhas na modalidade, que tem suas provas realizadas no Estádio GAMC, no Parque La Torre, em Cochabamba, na Bolívia.

A primeira medalha de ouro desta quarta-feira veio das pernas de Lucas da Silva Carvalho. Em chegada emocionante, o paulista chegou três centésimos de segundo na frente do colombiano Yilmar Andres Herrera e garantiu a vitória nos 400m. Já no lançamento de dardo feminino, o Brasil teve duas representantes no pódio. Laila Ferrer ficou com o ouro, através de 60,25 m, enquanto o bronze foi para Eloah Caetano Scramin, com 57,42 m.

A terceira medalha dourado foi conquistada através de Eduardo dos Santos de Deus, que confirmou o favoritismo e venceu com 13.44s (-0.2). Geisa Coutinho, Eliane Martins e Fernando Carvalho Ferreira garantiram pratas para o time brasileiro, enquanto Vitoria Rosa, Vitor Hugo dos Santos, Felipe Vinicius dos Santos e Eloah Caetano Scramin bronzes.

No quadro geral de medalhas, o Brasil é o segundo colocado, ficando atrás apenas da Colômbia.

Confira os brasileiros que garantiram o pódio nesta quarta-feira de atletismo nos Jogos Sul-Americanos:

400m feminino
1-Yenifer Padilla (COL) – 52.14
2-Geisa Coutinho (BRA) – 52.93
3-Fernanda Mackenna (CHI) – 53.60

400m masculino
1-Lucas da Silva Carvalho (BRA) – 45.61
2-Yilmar Andres Herrera (COL) – 45.64
3-Winston Oudkerk George (GUY) – 45.67

Salto em distância feminino
1-Paola Mautino (PER) – 6,66 m (1.5)
2-Eliane Martins (BRA) – 6.66 m (1.5)
3-Nathalee Joana Robinson (PAN) – 6,60 m (0.8)

Lançamento do dardo
1-Laila Ferrer (BRA) – 60,25 m
2-Maria Lucelly Murillo – (COL) – 58,81 m
3-Eloah Caetano Scramin (BRA) – 57,42 m

110m com barreiras (-0.2)
1-Eduardo dos Santos de Deus (BRA) – 13.44
2-Fanor Andres Escobar (COL) – 13.61
3-Juan Carlos Moreno (COL) – 13.68

Decatlo masculino
1-Geormi Jaramillo (VEN) – 7.977 pontos
2-José Gregorio Lemos (COL) – 7.757
3-Felipe Vinicius dos Santos (BRA) – 7.739

100m masculino (-0.7)
1-Alonso Edward (PAN) – 10.01
2-Alex Quiñónez (ECU) – 10.09
3-Vitor Hugo dos Santos (BRA) – 10.12

100m feminino (-0.7)
1-Narcisa Landazuri (ECU) – 11.12
2-Angela Tenorio (ECU) – 11.13
3-Vitoria Rosa (BRA) – 11.23

Salto em altura masculino
1-Yanez Eure Javier (VEN) – 2,28 m
2-Fernando Carvalho Ferreira (BRA) – 2,25 m
3-Carlos Laloy (ARG) – 2,25 m


Fonte:Gazeta Esportiva

05 junho 2018

Atletismo do Brasil estreia nos Jogos Sul-Americanos com medalhas

 (Foto: Reprodução/Twitter)
Nesta terça-feira, o atletismo do Brasil estreou nos Jogos Sul-Americanos de Cochabamba, na Bolívia, com bons resultados. A delegação brasileira conquistou quatro medalhas em três modalidades, sendo duas de prata e duas de bronze.

A primeira medalha brasileira veio com Valdileia Martins, no salto em altura. A atleta ficou com a prata após saltar 1,83m e dividiu o pódio com a colombiana Maria Fernanda Murillo, ouro com 1,90m, e a equatoriana Joyce Micolta, bronze com 1,80m.

O salto em distância trouxe duas medalhas ao Brasil. Paulo Sergio Oliveira saltou 8,12m e ficou com a prata, enquanto Alexsandro Melo saltou 8,09 e conquistou o bronze. A medalha de ouro foi para o uruguaio Emiliano Lasa, que marcou 8,26m.

Wagner Domingos, no lançamento de martelo, conquistou a outra medalha brasileira do dia. Ele atingiu a marca de 72,53m e ficou com o bronze, atrás do argentino Joaquin Gabriel Gomez, ouro com 75,10m, e do chileno Humberto Mansilla Arzola, prata com 74,71m. O brasileiro Allan Wolski foi o quinto colocado, com 71,51m. Na competição feminina, Mariana Grasielly Marcelino ficou no quarto lugar, com 66,01m.

Nesta quarta-feira, o Brasil terá representantes na final dos 400 metros. Geisa Coutinho representará o país no feminino, enquanto Lucas Carvalho e Henderson Estefani o farão no masculino.


Fonte:Gazeta Esportiva

05 maio 2018

Érica Sena termina Mundial de marcha atlética em quarto

(Foto: Sergio Galdino/CBAt)
Ficou no quase o pódio no Mundial de marcha atlética para a brasileira Érica Sena. Com a sua melhor marca na temporada e apenas 1 minuto atrás da terceira colocada, Érica encerrou a prova deste sábado (5), em Taicang, na China, na quarta posição dos 20km . Nair da Rosa, Matheus Gabriel Correa, Moacir Zimmermann e José Alessandro Bernardo Bagio também representaram o Brasil no torneio.

Fazendo ótima prova, do começo ao fim, a brasileira deixou escapar o pelotão da frente no final da prova. O pódio contou com a mexicana Maria Guadalupe González ficou com o ouro, com o tempo de 1h26m38. As chinesas Shijie Qieyang e Jiayu Yang compleram o pódio, em 1h27m06 e 1h27m22.

Nas outras provas, os brasileiros não conseguiram se aproximar do pódio. Na primeira prova do programa do Mundial, Nair da Rosa ficou na 27ª colocação na prova de 50km,  com o tempo de 4h52m43. O ouro ficou com a atleta da casa Rui Liang, com o tempo de 4h04m36. No 10km masculino sub-20, Matheus Gabriel Correa, de 18 anos, ficou em 17º lugar, em 42m26. O ouro também foi para a China, com Yao Zhang, que fez o percurso em 40m07.

Moacir Zimmermann e José Alessandro Bernardo Bagio competem na sequência do campeonato, que continua no domingo (6), mas no Brasil, tem início ainda neste sábado, a partir das 23h10. Os dois disputarão os 20km.


Fonte:Gazeta Esportiva

04 maio 2018

Brasil disputa Mundial de Marcha Atlética na China

Equipe brasileira que participará do Mundial de Marcha Atlética (Foto: Divulgação)
A Seleção Brasileira disputará o Campeonato Mundial de Marcha Atlética na China. As provas começam na noite desta sexta-feira e terminam na madrugada de domingo. Para se adaptar ao horário do país asiático, a delegação brasileira chegou à Taicang, local das competições, no dia primeiro deste mês.

O Brasil terá cinco representantes no Mundial, todos com índices exigidos pela Associação Internacional das Federações de Atletismo (IAAF). Erica Rocha de Sena é o principal nome brasileiro na competição. A pernambucana disputará os 20 km, a partir das 05h30 da manhã deste sábado.

“Na China, quero competir bem porque estou preparada e só espero que seja um dia bom para brigar lá na frente”, declarou Erica, que na edição anterior do Mundial de Marcha Atlética ganhou a medalha de bronze, em Roma, na Itália, em 2016.

Campeã do Circuito Mundial de Marcha da IAAF em 2017, Erica foi a quarta colocada no Mundial de Atletismo de Londres 2017, sétima na Olimpíada do Rio, em 2016, e sexta no Mundial de Pequim, em 2015. No PAN do mesmo ano, em Toronto, ganhou prata. Neste ano, a atleta conquistou o Sul-Americano de Marcha Atlética disputado em Sucúa no Equador.

Nair da Rosa, Matheus Gabriel Correa, Moacir Zimmermann e José Alessandro Bernardo Bagio completam a equipe brasileira que disputará a competição.


Fonte:Gazeta Esportiva

Nos 5.000 m, Altobeli garante oitava melhor marca de um sul-americano

Brasileiro faz 13min23s85 na pista da Universidade de Stanford, na Califórnia, e fica entre os oito melhores da história na competição. Norueguês Henrik Ingebrigtsen vence prova

(Foto: Wagner Carmo/CBAt)
O corredor Altobeli Santos da Silva, obteve um bom resultado Camping Internacional de Treinamento, que a Confederação Brasileira de Atletismo (CBAt) realiza nos Estados Unidos. O atleta disputou, na última quinta-feira, os 5.000 m na pista da Universidade de Stanford, em Palo Alto, na Califórnia, terminando em nono lugar.

O brasileiro conseguiu a marca de 13min23s85, a oitava melhor registrada por um atleta sul-americano, na história da prova. Nos últimos 10 anos, Altobeli só perde no Ranking Brasileiro para Ederson Vilela Pereira, que conseguiu fazer 13min23s24, no ano passado. Vale lembrar também que o recorde sul-americano da prova é de 13min19s43 e pertence ao brasileiro Marilson Gomes dos Santos, desde 2006.

O vencedor da prova disputada por Altobeli nos Estados Unidos foi o norueguês Henrik Ingebrigtsen, com o tempo de 13min16s97. O corredor é campeão europeu e foi quinto lugar nos 1.500 m dos Jogos do Rio 2016. O segundo e terceiro lugar foram conquistados pelos norte-americanos Riley Masters e Justyn Knight, com 13min16s97 e 13min18s74, respectivamente.


Fonte:Lance

03 maio 2018

Atletismo: Asbel Kiprop reconhece o controle positivo do EPO, mas nega todo o doping

O médio queniano Asbel Kiprop no final da reunião de 1500m Birmingham Diamond League, 5 de junho de 2016 (AFP / Arquivo / BEN STANSALL)
O queniano Asbel Kiprop, triplo campeão mundial e medalha de ouro olímpica nos 1.500 reconheceu quinta-feira em um comunicado têm vindo a testar positivo para EPO, mas negou qualquer tentativa de doping, incluindo acusando controladores por ter extorquido dinheiro.

O lançamento do Kiprop segue revelações de vários meios de comunicação na quarta-feira de seu controle positivo.

Em sua declaração de 20 pontos, Kiprop reconhece que foi informado de um teste positivo em 3 de fevereiro de 2018, 4 meses após a análise de sua amostra de urina, em 27 de novembro de 2017. Mas ele duvido seriamente dos métodos de controle. Ele afirma, em particular, que a chegada dos dois agentes antidoping foi notificada a ele no dia anterior.

"Deve-se notar que, de acordo com os regulamentos da Agência Mundial Antidopagem (WADA), eu não deveria estar ciente da visita para coletar uma amostra, especialmente quando o controle é feito + fora da competição +", explica. -lo.

Kiprop também acusa os dois controladores de terem "dinheiro extorquido" dele e da Federação Internacional de Atletismo (IAAF) ter prometido a ele o papel de embaixador antidoping no caso de reconhecimento de seu controle positivo. "Eu recusei porque tudo isso é falso e constitui uma fraude", diz ele. "Eu nego todo o doping, ele diz isso.

"Eu sempre fui fiel às minhas crenças antidoping e eu seria a última pessoa a cometer um ato anti-esporte atroz como este, e me sinto compelido a responder às alegações da mídia e das redes sociais por falta de escolha. as alegações ainda estão sob investigação e investigação e eu teria preferido comentários aguardando sua finalização. "

"Disseram-me que o EPO foi introduzido no meu corpo por injeção", ele também escreveu: "A última vez que injetou foi em 2014 para uma vacinação contra a febre amarela para uma viagem para Bahamas para uma competição ".

O anúncio do teste positivo de EPI da Kiprop é outro duro golpe para o atletismo queniano. Com 28 anos, Kiprop tem sido um dos mestres da meia distância nos últimos anos, com três títulos de campeão do mundo nos 1500m (2011, 2013, 2015) e uma coroação olímpica na mesma distância em 2008, em Pequim, em após o desmantelamento de doping Rachid Ramzi.

Mais de 40 atletas quenianos foram declarados positivos nos últimos 5 anos. O Quênia foi colocado em 2016 na lista de países sob vigilância da IAAF. E foi somente após a adoção de uma nova lei antidoping, pouco antes dos Jogos do Rio em 2016, que o país foi retirado da lista de nações "não conformes" da WADA.

África do Sul enfrenta regulamentação "sexista" contra Caster Semenya

Sul-africano Caster Semenya subiu ao pódio depois de vencer a final dos 1500m nos Jogos da Commonwealth em 11 de abril de 2018 em Gold Coast (AFP / Arquivos / SAEED KHAN)
"Sexista", "racista", "homofóbica", "humilhante": a África do Sul anunciou na quinta-feira sua decisão de desafiar legalmente as novas regras internacionais para atletas femininas hiperandrogênicas, incluindo o campeão olímpico Caster Semenya.

Após vários dias de consultas, a Federação Sul-Africana de Atletismo (ASA) entrará com uma apelação ao Tribunal de Arbitragem do Esporte (CAS) contra o novo regulamento, considerado "tendencioso", emitido pela Federação Internacional (IAAF).

Apresentada na semana passada, ela impõe, a partir de 1º de novembro, mulheres que naturalmente produzem muita testosterona para baixar esse nível por um tratamento para participar de corridas de 400 m por milha (1.609 m).

A IAAF baseou sua decisão em um estudo científico, financiado por ela, que concluiu que este hormônio produzido em grandes quantidades deu uma vantagem "significativa" em alguns testes.

Ela ressaltou que a nova regra era "com o único propósito de garantir uma competição justa e relevante", causando um alvoroço na África do Sul.

Desportistas e políticos viram apenas um desejo deliberado de remover a "sua" rainha da meia distância Caster Semenya, duas vezes campeã olímpica de 800 metros.

Essa decisão "sexista" ... ostraciza alguns indivíduos, a saber mulheres, por nenhuma outra razão que não o fato de que eles nasceram desse jeito ", indigna Steve Cornelius, professor da Faculdade de Direito de Pretória, que renunciou imediatamente ao Tribunal Disciplinar da IAAF.

"Minha consciência proíbe-me de continuar me associando a uma organização" que adota um regulamento "baseado na mesma ideologia que levou às piores injustiças", escreveu ele ao chefe da IAAF. O britânico Sebastian Coe.

- "abertamente racista" -

Uma alusão transparente ao regime racista do apartheid na África do Sul, oficialmente abolida em 1994. Mas também para todos os países onde os indivíduos eram "forçados a seguir tratamentos ou eram exibidos como animais justos porque eram simplesmente diferente ", disse ele à AFP.

Atletas também expressaram seu desgosto. "Eu não acredito na regulamentação da participação feminina no esporte porque eles não se encaixam nos critérios ocidentais de feminilidade", disse o campeão de wrestling canadense Ercia Wiebe.

"#Caster está em ouro #Não às regras da IAAF", reagiu a ex-velocista sul-africana Géraldine Pillay-Viret.

Caster Semenya, que teve muitas perguntas sobre sua feminilidade desde o seu primeiro título mundial em 2009, respondeu à IAAF com a cabeça erguida. "Deus me criou assim, e eu o aceito, tenho orgulho de quem eu sou".

A jovem com voz profunda e estatura imponente é intersexual, com 0,1 a 0,4% da população mundial.

Sul-africano Caster Semenya na Final dos 800m nos Jogos da Commonwealth, 13 de abril de 2018 na Gold Coast (AFP / Arquivos / SAEED KHAN)
Claramente, a secreção excessiva de andrógenos faz com que essas mulheres aumentem o nível de testosterona, o que aumenta a massa muscular e, portanto, o desempenho. Uma espécie de doping genético involuntário que causou a suspensão de Caster Semenya por onze meses e a realização de uma série de exames médicos.

Como muitas vezes em uma África do Sul ainda ferida por décadas de apartheid, o caso tomou um rumo racista.

O ministro do Esporte, Tokozile Xasa, denunciou uma decisão "extremamente sexista, racial e homofóbica".

O partido no poder, o Congresso Nacional Africano (ANC), rebelou-se contra "regras anti-desportivas", "injustas e abertamente racistas" que "lembram dolorosamente o nosso passado".

- 'Desonestidade' -

Até o poderoso Sindicato dos Mineiros da África do Sul esteve envolvido na controvérsia. "Vamos cortar as pernas dos maiores jogadores de basquete sob o pretexto de que eles têm uma vantagem anormal por causa de seu tamanho", ele perguntou ironicamente.

A Federação Canadense de Atletismo também defendeu atletas hiperandrogênicos, expressando "preocupações sérias" após a adoção dos novos regulamentos.

"O principal problema" da decisão da IAAF é que "a ciência não é conclusiva", continua Steve Cornelius. "A ciência na qual a IAAF se baseia tem sido questionada em periódicos", diz ele.

Pior, o trabalho científico usado pela IAAF não suporta seus novos regulamentos, dizem vários especialistas.

Eles destacam a diferença de desempenho no salto com vara e no arremesso de martelo, mas não nos 1.500 m. No entanto, se as duas primeiras disciplinas não estão sujeitas à nova regulamentação, a 1.500 m, é ...

A especialista americana de longa distância, Tianna Bartoletta, diz que está "surpresa" com os eventos afetados pelas novas regras, que algumas atletas femininas exigiram.

A IAAF "foi desonesta", adverte Steve Cornelius, "no tribunal eles terão dificuldade em se justificar."

28 abril 2018

Petrúcio Ferreira domina os 100m no encerramento do Open de atletismo

Velocista vence o superdesafio no CT Paralímpico e reforça 'tradição paraibana' nas pistas

Daniel Zappe/CPB/MPIX
Petrúcio Ferreira foi a principal atração do último dia do atletismo no Open Internacional Loterias Caixa, em São Paulo (SP). O velocista paraibano de 20 anos cravou a melhor performance dos superdesafios que compuseram a programação deste sábado, no Centro de Treinamento Paralímpico Brasileiro.

Petrúcio venceu o superdesafio dos 100m com o tempo de 10s66, que lhe rendeu o Índice Técnico Competitivo (ITC) de 100,281% - o melhor do dia. O ITC foi o cálculo utilizado para determinar os vencedores das provas compostas por atletas com diferentes deficiências. Atleta da classe T47 (amputado de braço), ele foi seguido por Vincius Rodrigues (T63 - amputados de perna), que registrou 12s14 (99,588%). Completou o pódio Joeferson Marinho, que cravou 12s08, equivalente a um ITC de 98,357%.

A presença tanto de Petrúcio quanto de Joeferson no pódio ressalta o bom momento do estado da Paraíba em provas de velocidade. Ambos são discípulos de Pedro Almeida, o Pedrinho, técnico que tem extensa carreira com atletas velocistas. O bom desempenho motivou o Comitê Paralímpico Brasileiro a desenvolver um projeto para detecção de talentos no estado, que já colhe os primeiros frutos. 

- Eu não gostei do meu resultado, apesar de o tempo ter sido muito bom. Tinha na minha cabeça melhorar a minha marca (10s53) e infelizmente isso acabou me atrapalhando um pouco e eu fiz muita força na corrida. Mas vou voltar a trabalhar duro para acertar esta corrida mais para frente, pois tenho outros compromissos este ano, como os Grand Prixs de Paris e Berlim - disse Petrúcio. 

Outro velocista da classe T47 também destacou-se. Na final B dos 100m, Washington Júnior tornou-se o terceiro brasileiro desta classe a correr a prova abaixo de 11s, ao lado de Yohansson Nascimento e Petrúcio. Ele cruzou a linha de chegada em 10s94 e está agora apenas atrás de Petrúcio no ranking mundial desta temporada. 

O atletismo no Open Internacional foi marcado por uma série de quebra de recordes. André Rocha obteve o principal resultado, com o recorde mundial do arremesso de peso F53. Outros sete recordes continentais foram quebrados, além de seis novas performances brasileiras terem sido estabelecidas. 

Fonte:Lance

19 abril 2018

Vencedor da maratona de Boston pensa em deixar o emprego para virar atleta profissional

AFP/Arquivos / RYAN MCBRIDE
Yuki Kawauchi, o funcionário de uma escola pública do Japão que venceu de modo brilhante a maratona de Boston - sem técnico ou patrocinador -, anunciou nesta quinta-feira a intenção de deixar o emprego formal para virar um profissional do atletismo.

Uma nova estrela em seu país, Kawauchi, de 31 anos, declarou à imprensa no aeroporto de Narita: "A partir de abril do próximo ano estou pensando em deixar de ser funcionário público e virar profissional. Quero usar o dinheiro do prêmio para conseguir fazer isto".

Kawauchi recebeu 150.000 dólares ao se tornar o primeiro japonês a vencer a maratona de Boston desde 1987, justamente o ano de seu nascimento.

Sua vitória surpreendeu a todos no dia mais frio das últimas 30 edições da prova, com chuva constante e fortes ventos.

Ao se tornar um profissional, o japonês espera competir com os melhores atletas do mundo e superar seu melhor tempo, de 2 horas, 8 minutos e 14 segundos, o que não conseguiu nos últimos cinco anos.

"A menos que mude algo no meu entorno, não serei capaz de melhorar minha marca. Como corredor japonês quero competir com os maiores talentos da maratona por todo o mundo", disse.

"Vi a bandeira do Japão no céu de Boston. Não há nada como isto. Estava muito feliz. Não tenho palavras para descrever como me senti", explicou.

O prêmio permitirá a Kawauchi concentrar-se nos treinos durante três ou quatro anos, afirmou o japonês, que tem um irmão profissional da maratona.

Mas Kawauchi se comprometeu a continuar na escola por pelo menos um ano, para celebrar o centenário do centro educacional em que trabalha.

17 abril 2018

CBAt divulga os convocados para o Campeonato Sul-Americano

 (Fernando Reis/CBAt)
A Confederação Brasileira de Atletismo (CBAt) anunciou, nesta terça-feira, a convocação de 35 atletas (18 mulheres e 17 homens) para a disputa dos Jogos Sul-Americanos, que serão realizados entre 4 e 7 de junho em Cochabamba, na Bolívia.

O número de atletas convocados foi determinado pelo Comitê Olímpico do Brasil (COB) e coube à CBAt definir os convacados, que foram chamados com base no Ranking Sul-Americano. Também foi definida a comissão técnica, com João Paulo Cunha de chefe. Os outros treinadores são:  Edemar Alves dos Santos, Victor Fernandes, José Haroldo Loureiro Gomes e José Antonio Rabaça.

O principal destaque da delegação brasileira é o mato-grossense Almir Cunha dos Santos, que conquistou medalha de prata durante a disputa do Campeonato Mundial Indoor de Atletismo de Birmingham, na Grã-Inglaterra.

Confira os convocados:

Feminino

Rosangela Santos (Pinheiros) – 100 m

Vitoria Rosa (Orcampi Unimed) – 200 m

Geisa Coutinho (Pinheiros) – 400 m

Tatiele Roberta de Carvalho (Pinheiros) – 10.000 m

Fabiana Moraes (Pinheiros) – 100 m c/barreiras

Valdileia Martins (Orcampi Unimed) – salto em altura

Eliane Martins (Pinheiros) – salto em distância

Jessica Carolina Oliveira (Orcampi Unimed) – salto em distância

Nubia Soares (Orcampi Unimed) – salto triplo

Juliana de Menis Campos (Orcampi Unimed) – salto com vara

Geisa Arcanjo (Pinheiros) – arremesso do peso

Andressa de Morais (Pinheiros) – lançamento de disco

Fernanda Borges (Orcampi Unimed) – lançamento do disco

Laila Ferrer (Pinheiros) – lançamento do dardo

Eloah Scramin (IEMA – São Bernardo) – lançamento do dardo

Mariana Grasielly (Orcampi Unimed) – lançamento do martelo

Erica Rocha de Sena (Orcampi Unimed) – 20 km marcha atlética

Giovana Aparecida Cavaleti (Orcampi Unimed) – heptatlo

Masculino

Vitor Hugo dos Santos (Orcampi Unimed) – 100 m

Aldemir Gomes da Silva Junior (Pinheiros) – 200 m

Lucas da Silva Carvalho (Orcampi Unimed) – 400 m

Eder Antonio Souza (São Paulo FC/Kiatleta ) – 110 m c/barreiras

Eduardo dos Santos de Deus (Orcampi Unimed) – 110 m c/barreiras

Marcio Soares Teles (Orcampi Unimed) – 400 m c/barreiras

Hederson Estefani (Pinheiros) – 400 m c/barreiras

Altobeli Santos da Silva (Pinheiros) – 3.000 m c/obstáculos

Alexsandro Melo (Orcampi Unimed) – salto em distância

Almir Cunha dos Santos (Sogipa) – salto triplo

Fernando Carvalho Ferreira (Orcampi Unimed) – salto em altura

Talles Frederico Silva (Pinheiros) – salto em altura

Augusto Dutra Oliveira (ABrA – Bragantina ) – salto com vara

Darlan Romani – arremesso do peso

Douglas Junior dos Reis (Orcampi Unimed) – lançamento do disco

Allan Wolski (Pinheiros) – lançamento do martelo

Felipe Vinicius dos Santos (Orcampi Unimed) – decatlo


Fonte:Gazeta Esportiva

04 março 2018

Thiago Braz acerta apenas um salto e termina Mundial na 12ª posição

(Foto: Wander Roberto/COB)
Campeão olímpico do salto com vara, Thiago Braz deu adeus ao Mundial Indoor de Birmingham sem medalhes. Dono da quarta melhor marca do mundo no indoor nesta temporada, o brasileiro acertou apenas um dos seis saltos, após superar os 5,60 m na terceira tentativa, abrir mão dos 5,70 m e não conseguir passar 5,80 m. Assim, o atleta terminou na 12ª posição.

O título ficou com Renaud Lavillenie, que saltou apenas quatro vezes para conquistar seu tricampeonato mundial indoor (5,90m). Com o ouro já garantido, o francês vice-campeão olímpico ainda tentou ultrapassar os 6,00m, mas não conseguiu. O americano Sam Kendricks e o polonês Piotr Lisek completaram o pódio com prata e bronze, respectivamente.

“Estava preparado para ganhar a medalha. Treinei muito porque esta era a minha principal competição da temporada. Infelizmente, não consegui me adaptar à pista. Não encaixei minhas passadas”, lamentou. “Agora, vou me preparar para as competições ao ar livre e buscar regularidade”, concluiu o paulista.

Se Thiago não foi muito feliz neste domingo, Gabriel Constantino não pode dizer o mesmo. O carioca de 23 anos surpreendeu ao terminar o seu primeiro Campeonato Mundial de Atletismo Indoor em sexto lugar nos 60 m com barreiras.

Na final, embora não tenha conseguido baixar seu melhor tempo (7.60), Gabriel fez uma competição regular, correndo com os principais atletas do mundo. O pódio foi formado pelo britânico Andrew Pozzi (7.46), pelo norte-americano Jarret Eaton (7.47) e pelo francês Aurel Manga (7.56).

“Foi uma boa experiência e a partir de agora vou pensar apenas na temporada ao ar livre, na prova dos 110 m com barreiras. Quero conseguir bons resultados”, comentou.

Com isso, o Brasil terminou o Mundial com uma medalha de prata, conquistada neste sábado no salto triplo por Almir Junior, um quarto lugar de Darlan Romani no arremesso do peso, além da sexta colocação do Gabriel nos 60 m com barreiras.


Fonte:Gazeta Esportiva

03 março 2018

No seu primeiro Mundial, Almir dos Santos fica com a prata no salto triplo

(Foto: Adrian Dennis/AFP)
Nesta sábado, Almir Cunha dos Santos conquistou a medalha de prata no salto triplo no Mundial Indoor de Birmingham, na Inglaterra. Esta é a primeira vez que o atleta de 24 anos participou de um Mundial.

A medalha veio após o brasileiro saltar 17,41 metros, apenas dois centímetros a menos do que o americano Will Claye, campeão da prova e madalhista de prata no Rio 2016. com marca de 17,40 metros, O português Nelson Évora, campeão olímpico de 200, completa o pódio.

“Essa prata era tudo o que eu buscava. Queria sair sabendo que dei o meu melhor. Sabia que estava entre os melhores. Foi para isso que trabalhei. Nem sei o que dizer. Estou muito feliz. Sabia quem estava na prova. São os caras que estudo, que admiro. Me espelho neles. Sabia que seria uma prova muito dura. Mas trabalhei para isso, então tinha a cabeça tranquila para dar meu melhor. Foi isso que aconteceu. Acertamos na hora que precisava, no lugar que precisava”, disse Almir

O feito de Almir Cunha dos Santos representa o retorno do Brasil ao pódio em Mundial de pista coberta, já que o país não ganhou medalhas em Portland, em 2016.

Também em sua primeira competição, Gabriel Constantino avançou para a semifinal do 60 metros com barreira. O atleta de 23 anos ficou com marca de 7s72 e volta às pistas no domingo.


Fonte:Gazeta Esportiva

Chegando com a quarta melhor marca, Braz busca pódio no Mundial

 (Foto: Wagner Carmo/CBAt)
O campeão olímpico no Rio de Janeiro Thiago Braz da Silva não vai ter vida fácil neste domingo, quando entra na Barclaycard Arena, em Birmingham, na Grã-Bretanha, para disputar o Campeonato Mundial de atletismo indoor. No último dia de provas, o brasileiro encara outros grandes nomes do salto com vara, no desafio marcado para o meio-dia, no horário de Brasília

Braz entra no campeonato com a quarta melhor marca do ranking mundial. Os 5,90m que colocam o brasileiro entre os melhores do mundo foram conquistados em Rouen, na França, no início de fevereiro. Para ir ao Reino Unido, entretanto, o atleta contou com um treinamento na Itália.

“Fiz um longo Camping de Treinamento em Pádova, na Itália, e estou preparado para a competição. Quero saltar bem”, disse Thiago. Ele se uniu à Seleção Brasileira na última quinta-feira, junto de seu treinador Vitaly Petrov.

Seus companheiros de pódio olímpico, o francês Renaud Lavillenie e o norte-americano Sam Kendricks, também vem para o confronto com bom desempenho. Ambos com marca de 5,93m. Destaque também para os poloneses Piotr Lisek (5,91 m) e Pawel Wojciechowski (5,88 m) e para o alemão Raphael Holzdeppe (5,88 m).


Fonte:Gazeta Esportiva

28 fevereiro 2018

Com sete brasileiros na disputa, Mundial de Atletismo Indoor começa nesta quinta

(Foto: Alexandre Loureiro/COB)
Sete atletas representarão o Brasil no Mundial de Atletismo Indoor, que começa nesta quinta-feira e durará até domingo. Eles estão entre os 632 atletas, de 144 nacionalidades diferentes, que estarão na cidade de Birmingham, na Grã-Bretanha, para a disputa das 13 categorias do campeonato.

O grande destaque verde e amarelo fica por conta de Thiago Braz, medalhista de ouro do salto com vara nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, em 2016. O paulista de Marília é possui a segunda melhor marca da temporada entre os 17 competidores da modalidade. Saltando 5,90 metros, ele só perde para o polonês Piotr Lisek, que o superou em ‘apenas’ um centímetro (5,91 metros). Braz foi ao lugar mais alto do pódio nas Olimpíadas saltando 6,03 metros.
Almir Júnior, líder do ranking mundial do salto triplo, e Darlan Romani, detentor da quarta melhor marca da temporada entre os 19 arremessadores de peso, são os outros dois atletas brasileiros que chegam a Birmingham para lutar por um espaço no pódio. Com números menos expressivos, Gabriel Constantino, dos 60 metros com barreiras, Rosangela Santos e Cristina Rosa, dos 60 metros, e Núbia Aparecida Soares, do salto triplo, completam a delegação.

Confira as datas e os horários em que os brasileiros estarão em ação no Mundial:

02/03 – 07h45 – 60m feminino – Rosângela Santos e Cristina Rosa
02/03 – 15h50 – 60m feminino – SEMIFINAL
02/03 – 18h30 – 60m feminino – FINAL

03/03 – 08h00 – Salto Triplo feminino – Núbia Soares
03/03 – 08h45 – Arremesso de Peso masculino – Darlan Romani
03/03 – 15h30 – 60m com barreiras masculino – Gabriel Constantino
03/03 – 16h00 – Salto Triplo masculino – Almir Júnior

04/03 – 12h00 – Salto com vara masculino – Thiago Braz
04/03 – 12h05 – 60m com barreiras masculino – SEMIFINAL
04/03 – 14h00 – 60m com barreiras masculino – FINAL

Fonte:Gazeta Esportiva

26 fevereiro 2018

Bolt anuncia acerto com clube de futebol, que será revelado nesta terça


Lenda do atletismo, Usain Bolt finalmente testará suas habilidades no futebol. O multi-campeão olímpico e mundial sempre flertou com a possibilidade de trocar as pistas pelos gramados e, ao que parece, esse dia chegou. Confesso apaixonado pelo esporte e torcedor fanático do Manchester United, o jamaicano anunciou nesta segunda-feira, por meio de suas redes sociais, que já está acertado com um time, que só será revelado nesta terça.
No início deste ano, o “Flecha” chegou a dizer que faria testes no Borussia Dortmund. No ano passado, recebeu um convite do Beira-Mar para jogar em Portugal. No entanto, nenhum dos dois times confirmou a chegada do velocista. O patrocínio da Puma pode facilitar o ingresso do jamaicano no futebol, já que é a fornecedora de material esportivo de diversos clubes pelo mundo.
Usain Bolt - AFP

Como corredor, Usain Bolt possui oito medalhas de ouro em três Jogos Olímpicos disputados. Ele também detém o recorde mundial nas provas de 100 e 200 metros rasos, modalidades com as quais se tornou o primeiro atleta a se tornar tricampeão olímpico de forma consecutiva. O ‘homem mais rápido do mundo’ se aposentou ao final do Mundial de Atletismo de Londres, em 2017, se despedindo com a medalha de bronze nos 100m, cujo título ficou com o americano Justin Gatlin.

25 fevereiro 2018

Érica Sena garante prata em Etapa do Circuito Mundial de marcha atlética

 (Foto: Divulgação / IAAF)
Na segunda etapa do Circuito Mundial de marcha atlética, que aconteceu em Monterrey, no México, a brasileira Érica Sena conquistou a prata. Foi a primeira disputa internacional da atleta em 2018, que subiu ao pódio na prova de 20km que completou em 1h30min47s.
Érica ficou atrás da atual vice-campeã Olímpica, Guadalupe Gonzalez, que competiu em casa, com apoio da torcida e terminou a prova com 1h27min46s. O tempo da mexicana se tornou o novo recorde pan-americano da prova de 20km da marcha atlética. Completando o pódio, estava a portuguesa Inês Henriques, que marcou 1h32min08s.
Já na prova masculina, a vitória ficou com o sul-africano Shange Lebogang com 1h24min32s, o mexicano Carlos Sánchez, que chegou 27 segundos atrás do vencedor, garantiu a prata. Maurício Arteaga, do Equador, foi o medalha de bronze com 1h25min10s. O brasileiro Caio Bonfim também participou da prova, e ficou em 11º lugar, com o tempo de 1h28min22s.

Fonte:Gazeta Esportiva

03 fevereiro 2018

Talles Silva bate recorde brasileiro do salto em altura indoor

(Foto: Fernando Dantas/Gazeta Press)
O recorde brasileiro do salto em altura indoor, que até a manhã dessa sábado pertencia de Jessé Farias de Lima, agora tem um novo dono. Talles Frederico Sousa Silva conseguiu quebrar a então marca de 2,25m, obtida no dia 17 de fevereiro de 2004, para estabelecer 2,26m, durante a disputa do Torneio da Federação Paulista.

O feito foi realizado no Centro de Treinamento da Vila São José, em São Caetano do Sul, na Grande São Paulo. Além do atleta treinado por Kiyoshi Takahashi, quem também mostrou bom desempenho na categoria foi Thiago Júlio Souza Alfano Moura (Orcampi Unimed), que ficou com o segundo lugar da prova, com 2,11m.

O atleta olímpico volta a competir no próximo dia 17, no Desafio Brasil Indoor de Atletismo, também disputado no ABC Paulista.

Rumo ao Mundial — O sábado também ratificou a qualificação do catarinense Darlan Romani para o Campeonato Mundial Indoor de atletismo, que será disputado entre 1 e 4 de março, em Birmingham, na Grã-Bretanha. Na disputa, o atleta fez 21,06m no arremesso de peso — 0,26m a mais do que o índice exigido pela Associação Internacional de Federações de Atletismo (IAAF).


Fonte:Gazeta Esportiva
 
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