Atividade Esporte News: Copa Libertadores
⚽Notícias
Mostrando postagens com marcador Copa Libertadores. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Copa Libertadores. Mostrar todas as postagens

19 maio 2020

Torcedores do Flamengo revivem emoção do bi na Libertadores de 2019

Reprise do jogo ajudou rubro-negros a matarem saudades do futebol

Foto: Guadalupe Pardo/Reuters

Domingo (17) de isolamento social, devido à pandemia do novo coronavírus (covid-19), e o Rio de Janeiro anoiteceu sob gritos emocionados que tomavam janelas e varandas da cidade.

“Mengo! É campeão!”

Às 18h deste domingo (17), Gabriel Barbosa marcava o segundo gol do Flamengo sobre o River Plate, e a torcida rubro-negra comemorou o bicampeonato na Copa Libertadores da América. Era a reprise da final disputada em 23 de novembro de 2019, em Lima (Peru), exibida pela TV Globo, que saciou, pelo menos por um dia, a sede de futebol da maior torcida do Brasil.

Sem poder acompanhar o Flamengo em ação dentro de campo desde o dia 14 de março de 2020 - devido à paralisação das competições de futebol, em decorrência da pademia de covid-19 - na vitória sobre a Portuguesa, pelo Campeonato Carioca, os rubro-negros conseguiram, com mais calma, saborear um dos dias mais importantes da história do clube. Afinal, foram 38 anos de espera até reconquistar a América.

Valeu a pena aguardar? A empolgação durante a reprise da partida mostrou que sim. O empresário Luciano Ferreira, de 41 anos, só teve uma ideia melhor do jogo neste domingo (17). Isto porque ele era um dos mais de 26 mil flamenguistas presentes no Estádio Monumental de Lima. Mesmo em São Paulo, ele encontrou uma forma de comemorar novamente o título.

“Eu tava lá. Cheguei dias antes, vivi toda a confusão de ter que trocar passagem, vai ou não vai... comprei por milha, foi uma confusão só. No dia a galera foi se encontrando no shopping, naquele clima... quando chegou o jogo tava todo mundo surtado demais. Imagina, não podia tomar nem uma cerveja! Nem antes! Foi desesperador aquilo. Esta foi a primeira vez que eu revi o jogo e só revi o segundo tempo. Você vai revendo, relembrando e é bem diferente pra mim do que quem viu pela televisão. Tava viajando do Rio para São Paulo, onde estou agora, Cheguei aqui desesperado no final do primeiro tempo, liguei a televisão na casa de um amigo meu, não pegava, e quando consegui fazer pegar, tava passando o jogo do Corinthians. Liguei o laptop aqui, aí no intervalo eu falei: quer saber? Vou sair pra comprar uma bebida e já volto. Fui no mercado aqui do lado e comprei um barril inteiro de cerveja. Não tem jeito, quando você revê o jogo... pelo amor de Deus... para quem tava lá vem muitas lembranças, é bizarro”.  

No Rio de Janeiro a festa foi completa. O torcedor rival que se incomoda com a felicidade rubro-negra, sofreu. O professor de Educação Física, Jorge Leitão, de 45 anos, fez questão de mostrar sua alegria aos vizinhos, e quer mais.

“Agora eu realmente vi o jogo. Na primeira vez nem as cervejas, nem a emoção me deixaram curtir a partida de futebol mesmo. Eu curti o jogo, vibrei junto com meu filho e foi tão emocionante quanto da primeira vez. A galera aqui do prédio vibrou, teve fogos, gritaria, exatamente como me lembro que foi a final. Agora é esperar a pandemia acabar para o Flamengo ser tri aqui no Maracanã”.  

Também teve quem ficou ansiosa mesmo sabendo do resultado final. Luciana Sabino preferiu ser mais discreta, mas a funcionária pública não escondeu a aflição e ainda mandou o recado para quem preferiu ver outro jogo na hora da final

“Eu torci sim, torci, fiquei emocionada no gol. Em determinado momento me peguei angustiada porque o gol não saía, fiquei nervosa, e no final veio aquela explosão de alegria. Mas eu fiquei quietinha, no meu sofá. Os meus vizinhos berrando e eu fiquei na minha, quieta, não me mexi, mas por dentro eu estava como se estivesse revivendo aquele dia, que foi sem palavras, muito emocionante. Tem um amigo meu que é flamenguista roxo e disse que não ia assistir porque viu dia desses novamente e preferia assistir o Campeonato Alemão”.

De acordo com o jornalista Gabriel Vaquer, do UOL, o VT de Flamengo x River Plate alcançou um pico de 22 pontos de audiência no Ibope no Rio de Janeiro, com média de 18.3, superando a meta de 18 pontos, que era estimada pela TV Globo.


Fonte: Agência Brasil

06 dezembro 2018

River e Boca iniciam preparação para inesperada final em Madri

AFP / Juan Mabromata
River Plate e Boca Juniors iniciaram nesta quinta-feira a preparação em Madri para a final da Libertadores, que vai ser disputada no domingo no estádio Santiago Bernabéu sob forte esquema de segurança, após os incidentes em Buenos Aires que provocaram a mudança de local.

Depois de duas semanas de controvérsia e incertezas sobre como e onde seria decidida a final da competição, Boca e River já estavam instalados na capital espanhola e com os primeiros treinamentos programados.

Nesta quinta-feira, o Tribunal de Apelações da Conmebol recusou o protesto do Boca Juniors de pedir os pontos da final da Libertadores, por conta das agressões sofridas antes do jogo de volta contra o River Plate. O presidente do Boca, Daniel Angelici, já tinha antecipado que se a decisão fosse negativa o clube apelaria a Corte Arbitral do Esporte (CAS).

Mesmo a milhares de quilômetros de Buenos Aires, a segurança do encontro segue sendo questão central para a realização do confronto. Um líder da torcida organizada do Boca Juniors foi deportado para a Argentina ao chegar à cidade.

Trata-se de "um dos barra-bravas mais significativos e perigosos e com numerosos antecedentes", explicou à AFP um porta-voz da polícia espanhola. Os oficiais organizaram um amplo dispositivo para manter a ordem antes e durante o jogo.

- Desfrutar o futebol -

Os jogadores também convocaram a calma: "as pessoas são inteligentes, sabe que aqui não se pode atrapalhar muito. Que aconteça tudo em paz, como tem que ser", disse o experiente atacante Carlos Tévez, do Boca Juniors.

"O futebol é um jogo, é preciso vivê-lo em paz. Tem que vir para desfrutar", complementou o goleiro Franco Armani, do River Plate.

Diante do decisivo encontro de domingo, com muitos dos 81 mil ingressos reservados para a abundante comunidade argentina que mora na Espanha, os comandados de Guillermo Barros iniciaram a preparação nas instalações da federação espanhola RFEF em Las Rozas, no noroeste de Madri.

Em um ambiente agradável sob um sol invernal, os xeneizes realizaram um trabalho tático em meio campo e depois seguiram para exercícios de chute à gol. Aproximadamente trinta torcedores acompanharam a atividade subindo as grades que rodeiam o local.

Já o River Plate aterrizou no aeroporto de Barajas na quinta-feira pela manhã. A equipe só tem programada uma atividade no centro de treinamento do Real Madrid em Valdebebas no final da tarde.

- "Uma final um pouco estranha" -

Os incidentes vividos nos arredores do estádio Monumental, dia 24 de novembro, quando o ônibus do Boca foi atacado com pedras e gases por torcedores organizados do River, parecem estar distantes.

A partida foi adiada para o dia seguinte e depois foi suspensa indefinidamente, abrindo um período de controvérsia e incerteza no qual o Boca tentou vencer a decisão no tapetão e o River fez de tudo para manter o jogo de volta em seu estádio.

A Conmebol optou por jogar a decisão em Madri. Apesar das queixas das duas equipes no início, finalmente confirmaram a partida para a capital espanhola após o empate em 2 a 2, dia 11 de novembro, na Bombonera.

"É uma final um pouco estranha. Como jogador, acho que é importante não perder o foco. É uma final de Libertadores. Mas jogar em Madri um River-Boca... é estranho", reconheceu Carlos Tévez.

Armani também avaliou que jogar em Madri "tem um gosto estranho, porque obviamente cada um de nós queria jogar em casa com nosso público".

"É importante colocar o foco no que vai acontecer no jogo", insistiu o atacante Tévez. Além das polêmicas, no domingo muito estará em jogo em um estádio emblemático que já sediou finais de Copa do Mundo, Eurocopa e Liga dos Campeões.

"Se joga e se vence no campo. Depois de domingo haverá um campeão e já não se fala mais", acrescentou Armani.

Tribunal recusa pedido de pontos ao Boca Juniors na final da Libertadores

NOTICIAS ARGENTINAS/AFP/Arquivos / JOSE BRUSCO
O Tribunal de Apelações da Conmebol recusou o protesto do Boca Juniors, nesta quinta-feira, depois do clube pedir os pontos da final da Libertadores por conta das agressões sofridas antes do jogo de volta contra o River Plate.

A entidade decidiu "desestimar o recursos de apelação apresentados pelo Clube Atlético Boca Juniors no dia 30 de novembro de 2018 contra a decisão ditada pelo Tribunal de Disciplina da Conmebol, do dia 29 de novembro de 2018", indicou o Tribunal de Apelações da entidade.

A resolução se definiu três dias antes de Boca e River disputarem a superfinal da Libertadores no estádio Santiago Bernabéu, em Madri. A partida foi transladada para a capital espanhola depois de torcedores do River atacarem o ônibus do time adversário com pedras, nos arredores do estádio Monumental dia 24 de novembro.

01 dezembro 2018

River emite nota rejeitando escolha de Santiago Bernabéu para final

(Foto: Alejandro PAGNI / AFP)
O que seria a maior final de Libertadores está se transformando na mais polêmica da história. Neste sábado, um dia após o Boca desafiar a Conmebol, mais um capítulo do jogo aconteceu. O River Plate divulgou uma nota oficial rechaçando a realização da partida no estádio Santiago Bernabéu, como está definida desde a última quinta-feira pela Conmebol.

Segundo o comunicado, o clube entende que a mudança de local para a grande decisão traz uma desnaturalização para a disputa do duelo, além de tirar a condição de mandante para a equipe. Outro fator mencionado no texto é o prejuízo para os torcedores que comprar os ingressos para a partida que aconteceria no último sábado.

Para justificar o seu posicionamento contrário quanto a mudança, o River cita três razões no comunicado. O primeiro é uma defesa, afirmando que os ataques ocorridos no último final de semana ocorreram num perímetro exterior em relação ao espaço em que a segurança estava sendo organizada pelo clube mandante, tirando a responsabilidade do clube quanto ao ataque ao ônibus do Boca.

A segunda justificativa são os 66 mil torcedores que acabam sendo prejudicados pela mudança da partida, já que eles não poderão acompanhar o confronto devido aos custos e distância para a nova sede escolhida. Por fim, o clube afirma que a decisão deve acontecer em território argentino, mesmo com o país sediando a reunião do G20, algo utilizado como justificativa para a Conmebol para escolha de uma local fora da Argentina para a final.

Ainda não houve uma resposta da entidade do futebol sul-americano quanto a carta emitida pelo River Plate. Dessa forma, o duelo segue confirmado, pelo menos num primeiro momento, para o dia 9 de dezembro, às 17h30 (de Brasília), no estádio Santiago Bernabéu, em Madrid.


Fonte:Gazeta Esportiva

"A bola não pode parar", diz presidente da Fifa sobre final da Libertadores

Gianni Infatino durante coletiva de imprensa em Buenos Aires, dia 1º de dezembro de 2018.(AFP / ALEJANDRO PAGNI)
O presidente da Fifa Gianni Infantino disse neste sábado que a final da Libertadores entre Boca Juniors e River Plate, transferida de Buenos Aires para ser disputada em Madri no dia 9 de dezembro, deve ser realizada.

"A Conmebol vai ter que tomar uma decisão. Minha convicção é que tem que ser jogada. A bola não pode parar", disse Infantino em coletiva de imprensa às margens do G-20.

Neste sábado, o River Plate comunicou que não deseja disputar a decisão no estádio Santiago Bernabéu, do Real Madrid.

"Existem uns idiotas que arruinaram a festa. É preciso encontrá-los e tirá-los", destacou o dirigente sobre os ataques com pedras e paus ao ônibus do Boca Juniors nos arredores do estádio Monumental.

As agressões terminaram com a reprogramação do jogo pela Conmebol para o dia 9 de dezembro em Madri. É a primeira vez que a final vai ser jogada fora da América do Sul desde a primeira edição de 1960.

30 novembro 2018

Final da Libertadores entre Boca e River será em Madri

A final da Copa Libertadores entre Boca Juniors e River Plate será disputada em 9 de dezembro no estádio Santiago Bernabéu, em Madri.(AFP/Arquivos / Christof STACHE)
A adiada final da Copa Libertadores entre Boca Juniors e River Plate será disputada em 9 de dezembro no estádio Santiago Bernabéu, em Madri, confirmou a Conmebol nesta quinta-feira.

A partida de volta entre os arquirrivais argentinos foi suspensa duas vezes no último fim de semana devido a graves incidentes violentos nos arredores do estádio Monumental do River, em Buenos Aires.

A Conmebol confirmou a data e a sede da partida minutos após o Tribunal Disciplinar da entidade rejeitar o recurso apresentado pelo Boca para que o clube conquistasse a vitória e o título devido aos incidentes.

O Tribunal determinou ainda que o River Plate jogue suas próximas duas partidas em competições da Conmebol como local sem torcida, além de pagar uma multa de 400 mil dólares.

O Boca se apresentará para jogar em Madri para evitar sanções, mas recorrerá contra a decisão na Câmara de Apelações da Conmebol e no Tribunal Arbitral do Esporte (TAS).

"O clube insiste em que, diante de provas concludentes do brutal ataque ao ônibus da equipe ocorrido no dia 24 de novembro de 2018, nas imediações e até no portão de entrada do estádio Monumental, não cabe outra sanção que a solicitada em nossas alegações".

A partida foi suspensa no fim de semana por duas vezes devido a ataques com pedras de torcedores do River Plate contra o ônibus que levava os jogadores do Boca Juniors ao Monumental para disputar a partida de volta. O incidente deixou vários jogadores feridos, inclusive o capitão da equipe, Pablo Pérez, que sofreu uma lesão no olho.

Na partida de ida, em 11 de novembro na Bombonera, Boca e River empataram em 2 a 2.

Amparado no artigo 18 do Regulamento de Disciplina da Conmebol, o Boca apresentou na véspera novos elementos dos incidentes para apoiar sua petição de que o River seja desclassificado.

"Não aceitaremos qualquer partida até que o Tribunal se manifeste", havia declarado na terça-feira o presidente do Boca, Daniel Angelici, que nesta quinta admitiu jogar em Madri.

O presidente da Conmebol, Alejandro Domínguez, foi claro sobre a realização da final: "A partida ocorre fora da Argentina".

O artigo 18 prevê a desclassificação da equipe em caso de agressão, como ocorreu com o Boca nas oitavas de final da Libertadores em 2015 contra o River, quando os jogadores do time visitante foram atacados com gás de pimenta no intervalo da partida no estádio La Bombonera.

25 novembro 2018

Conmebol adia final da Libertadores entre Boca-River

Vista do estádio Monumental de Núñez, dia 25 de novembro de 2018, em Buenos Aires.(AFP / ALEJANDRO PAGNI)
A histórica final da Libertadores com o clássico argentino entre Boca Juniors e River Plate, marcada por incidentes violentos no sábado, foi adiada para uma data ainda indefinida, anunciou neste domingo o presidente da Conmebol, Alejandro Domínguez.

"Não estão dadas as condições de igualdade esportiva para disputa da final. Por isso, a Conmebol tomou a decisão de adiar a final da Libertadores e convocou os presidentes de ambos os clubes para Assunção para encontrar uma nova data", disse Domínguez ao canal Fox Sports da Argentina.

A reunião entre os presidentes do Boca, Daniel Angelici, e do River, Rodolfo D'Onofrio, será realizada na terça-feira na sede da Conmebol. "É uma vergonha a imagem que demos ao mundo", lamentou Domínguez.

O anúncio do adiamento da partida foi realizado poucos minutos depois do Boca solicitar a suspensão jogo no Monumental e a aplicação do regulamento disciplinar da competição para punir o River.

No sábado, torcedores do River Plate utilizaram pedras e gases para agredir o ônibus do rival na chegada ao estádio Monumental de Núñez. Vários jogadores, entre eles o capitão Pablo Pérez, ficaram machucados por conta dos cacos da janela quebrada e dos artefatos que entraram no ônibus.

Os incidentes fizeram a Conmebol atrasar o horário previsto duas vezes para tentar realizar a partida, esperando uma recuperação dos jogadores do Boca. Após horas de suspense e confusão, a confederação sul-americana confirmou o adiamento da partida para este domingo, às 18h pelo horário de Brasília.

Com o empate em 2 a 2 na Bombonera há duas semanas no jogo de ida, a expectativa para a finalíssima superou os limites da paixão. A violência de torcedores novamente se voltou contra o espetáculo, em mais um capítulo do histórico de violência no futebol argentino.

Boca Juniors solicita suspensão da final da Libertadores à Conmebol

TELAM/AFP / José ROMERO
O Boca Juniors solicitou à Conmebol a suspensão da final da Libertadores e punições ao River Plave, neste domingo, depois dos incidentes de violência realizados pela torcida adversária no sábado, que obrigaram o adiamento da partida.

"Depois dos atos de violência sofridos nos arredores do estádio (Monumental), o Boca considera que as condições de igualdade não estão dadas e solicita a suspensão do jogo, assim como a aplicação das sanções correspondentes previstas no Artigo 18", informou o Boca em comunicado oficial publicado em seu site.

"Na tarde de ontem, o Boca Juniors solicitou o adiamento do jogo pelos incidentes e se estabeleceu como prioridade que o mesmo possa ser disputado em igualdade de condições", destacou a equipe.

De acordo com o artigo 18 do Regulamento Disciplinar de Competições da Conmebol, vários castigos são previstos em caso de infrações ou atos de violência como o acontecido nos arredores do Monumental.

Entre as mais importantes, estão dedução de pontos, determinação do resultado de um jogo, obrigação de jogar uma partida a portas fechadas e a desqualificação de competições em curso e/ou de futuras competições.

No sábado, torcedores do River Plate utilizaram pedras e gases para agredir o ônibus do rival na chegada ao estádio. Vários jogadores, entre eles o capitão Pablo Pérez, ficaram machucados por conta dos cacos da janela quebrada e dos artefatos que entraram no ônibus.

Pouco antes da publicação do comunicado do Boca, o presidente da Conmebol Alejandro Domínguez afirmou que nada mudou e que "o jogo se joga às 17h (18h pelo horário de Brasília)". O mandatário lembrou o pacto de cavalheiros realizado no sábado entre os presidentes das duas equipes.

Após o empate em 2 a 2 na Bombonera há duas semanas no jogo de ida, a expectativa para a finalíssima superou os limites da paixão. A violência de torcedores novamente se voltou contra o espetáculo, em mais um capítulo do histórico de violência no futebol argentino.
 
Back To Top