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02 dezembro 2018

Raijan Mascarello é o campeão do Mercedes-Benz Challenge

Celebraçã do título veio na última etapa, em Curitiba. Crédito: Vanderley Soares
A temporada 2018 do Mercedes-Benz Challenge definiu o seu campeão na manhã deste domingo, no Autódromo Internacional de Curitiba. Raijan Mascarello confirmou o favoritismo e com um segundo lugar, garantiu o título. A vitória na última corrida do ano foi de Roger Sandoval.

Com uma temporada bastante regular – três vitórias e outros três pódios – Raijan Mascarello chegou em Curitiba precisando de um sexto lugar. Largando da primeira fila, ele fez uma corrida tranquila e manteve-se na segunda posição até o fim da prova.

Mercedes Challenge foi o primeiro título de Raijan em corridas no asfalto . Crédito: Vanderley Soares
“Não há palavras para descrever este momento. É uma conquista muito importante pra mim e pra equipe, por todo o trabalho que foi realizado ao longo do ano. Só posso agradecer à Deus e todos os que estiveram comigo na temporada”, destacou o piloto que finalizou a temporada prometendo mais para 2019.

“Vamos celebrar muito esta conquista e daqui alguns dias fazer os planos para o próximo ano. Tenho um time fantástico. Podem esperar, que ano que vem será melhor ainda”, comentou.
Corrida com muita consciência levou Raijan ao título . Crédito: Vanderley Soares

Como terminou o campeonato:

1º - Raijan  Mascarello, 137 pontos
2º - Roger Sandoval, 126 pontos
3º - Felipe Tozzo, 94 pontos
4º - Fernando Junior, 85 pontos
5º - Fábio Escorpioni, 83 pontos
6º - Adriano Rabelo, 81 pontos
7º - Luiz Carlos Ribeiro, 79 pontos
8º - Fernando Amorim, 70 pontos
9º - Cello Nunes, 68 pontos
10º - Cesar Fonseca, 63 pontos

Resultado da etapa Curitiba

1º - Roger Sandoval, em 46min55s736
2º - Raijan Mascarello, à 1s.761
3º - Fábio Escorpioni, à 8s464
4º - Felipe Tozzo, à 13s307
5º - Cesar Fonseca, à 14.561
6º - Fernando Amorim, à 15s526
7º - Cello Nunes, à 36s961
8º - Cesare Marucci, à   40s972
9º - Pierre Ventura, à 57s526
10º - Fernando Poeta, à 1min29s076

01 dezembro 2018

Na primeira fila, Raijan vai de boa para a decisão

Primeira fila amplia chances de título para Raijan. Crédito: Vanderley Soares
A decisão do Mercedes-Benz Challenge promete ter uma largada emocionante na corrida decisiva deste domingo, em Curitiba. Líder e vice-líder do campeonato estarão lado a lado na primeira fila. Melhor para Raijan Mascarello, que poderá ser, até, o sexto colocado na prova caso o pole Roger Sandoval termine a corrida na liderança.

A posição de largada fez com que Raijan reforçasse a tática já anunciada de buscar se manter na pista e levar o carro até o final para conquistar o título.

Raijan tem 25 pontos de vantagem na liderança. Crédito: Vanderley Soares
“É uma posição boa para largar, mas que aumenta o perigo na primeira curva. Tenho a certeza que será emocionante, com muitas disputas. Da minha parte, vou fazer de tudo para manter o carro na pista até o final e buscar o título. E tenho certeza que os demais concorrentes também vão jogar limpo na disputa”, avaliou Raijan.

A largada da etapa decisiva do Mercedes-Benz Challenge será as 10h20 deste domingo, com transmissão pelo BandSports.

Os tempos do treino classificatório: 
1º - Roger Sandoval, 1:29.570
2º  – Raijan Mascarello, 1:29.711
3º  – Betão Fonseca, 1:29.791
4º - Felipe Tozzo, 1:29.845
5º - Fernando Junior, 1:29.909
6º - Paulo Varassin, 1:30.098
7º - José Vitte, 1:30.101               
8º - Fábio Escorpioni, 1:30.104
9º - Cesar Fonseca, 1:30.228
10º - Adriano Rabello, 1:30.283
11º - Luiz C. Ribeiro, 1:30.399
12º - Cello Nunes, 1:30.400
13º - Fernando Amorim, 1:30.416
14º - Pierre Ventura, 1:30.664
15º - Cesare Marucci, 1:30.704 
16º - Fernando Poeta, 1:33.471

25 novembro 2018

Hamilton vence corrida agitada em Abu Dhabi. Alonso dá adeus à F1 em 11º

A corrida derradeira da temporada foi bastante movimentada, com direito a acidente grave (sem maiores consequências) sofrido por Nico Hülkenberg e até com um pouco de chuva no deserto. Mas, no fim das contas, levou a melhor o pentacampeão. Kimi Räikkönen abandonou na sua despedida da Ferrari. E Fernando Alonso por pouco ficou fora dos pontos no seu adeus à F1


Foto:F1
A temporada 2018 do Mundial de F1 se encerrou na noite deste domingo (25), em Abu Dhabi, com direito a uma surpreendentemente boa e agitada corrida. Teve um acidente impressionante com Nico Hülkenberg na primeira volta, e até a chuva deu as caras em pleno deserto. Lewis Hamilton encerrou o ano do penta com mais uma vitória, a 11ª do campeonato. Na corrida das despedidas, Sebastian Vettel cruzou a linha de chegada em segundo, com Max Verstappen completando o pódio em Yas Marina.

Fernando Alonso finalmente encerrou sua trajetória como piloto de F1. O bicampeão lutou muito com a falta de competitividade da McLaren, mostrou a habitual valentia na pista e por muito pouco não terminou na zona de pontuação. Alonso cruzou a linha de chegada em 11º lugar. Incentivado pelo engenheiro da McLaren para buscar um ponto em Abu Dhabi, o espanhol ironizou: "Eu tenho 1.800 pontos". O engenheiro respondeu: "Vamos para 1.801". Chegava ao fim um ciclo marcado por títulos, vitórias, polêmicas e sarcasmo de um dos maiores pilotos do seu tempo.

A despedida de Kimi Räikkönen da Ferrari não foi tão animada assim e durou apenas sete voltas, já que o 'Homem de Gelo' ficou parado na reta dos boxes por falta de potência. Daniel Ricciardo, no seu adeus à Red Bull, foi o quarto colocado, seguido por um Valtteri Bottas que novamente mostrou suas fraquezas em 2018. Melhor do resto, Carlos Sainz garantiu um bom resultado na sua última corrida pela Renault e foi o sexto lugar, seguido por Charles Leclerc. O monegasco, um dos grandes destaques de todo o fim de semana, se despediu da Sauber para assumir o lugar de Räikkönen na Ferrari no ano que vem. Sergio Pérez foi o oitavo com a Force India, seguido pelas Haas de Romain Grosjean e Kevin Magnussen.
Fernando Alonso (Foto: AFP)


Saiba como foi o GP de Abu Dhabi de F1


A noite de domingo foi marcada por despedidas e emoção. Era chegada a hora da última corrida do grande bicampeão Fernando Alonso na F1, que recebeu várias homenagens do mundo do esporte. Kimi Räikkönen também deu adeus à Ferrari em Abu Dhabi, assim como Daniel Ricciardo se despediu da Red Bull rumo à nova casa em 2019, a Renault. Kimi, de regresso à Sauber no ano que vem, e Ricciardo, vão dar lugar a Charles Leclerc e Pierre Gasly, respectivamente. Carlos Sainz fez sua última prova pela equipe francesa para substituir Alonso na McLaren, enquanto Stoffel Vandoorne, depois de dois anos muito frustrantes, vai acelerar na FE.

Lance Stroll e Sergey Sirotkin deram adeus à Mercedes: o bilionário canadense vai acelerar pela equipe do pai, a Force India, enquanto o russo tem seu futuro indefinido. Ainda na Force India, Esteban Ocon fez sua despedida enquanto sonha com 2020, já que no ano que vem vai ser o reserva da Mercedes. A lista do adeus se completa com Marcus Ericsson, de partida da Sauber para ser piloto da Schmidt Peterson na Indy em 2019.

Incrivelmente, havia uma boa possibilidade de chuva, mais precisamente 40%, durante o horário da corrida em Abu Dhabi. A prova começou no entardecer, com a temperatura ambiente na casa dos 32ºC e umidade relativa do ar em 38%.

Hamilton largou bem e manteve a liderança, com Bottas em segundo e Vettel logo atrás. Leclerc ganhou várias posições e subiu para quinto, enquanto Verstappen partiu mal e passou em nono na primeira volta. Mas tudo isso ficou secundário com o grave acidente sofrido por Nico Hülkenberg, que se enroscou com a Haas de Romain Grosjean, capotou e parou na barreira de proteção na curva 9. "Estou pendurado como uma vaca. Me tirem daqui, há fogo", disse Hülk pouco depois. Por muita sorte, o piloto nada sofreu, mas a direção de prova acionou o safety-car para remover o carro em segurança.

A relargada foi dada na quinta volta.com Hamilton puxando o pelotão. E Max Verstappen reclamava da falta de potência do motor e era ultrapassado pelas Force India de Sergio Pérez e Ocon, tendo de recuperar terreno na sequência. O holandês passou 'Checo' até sem dificuldades e, em seguida, voltou a encontrar seu algoz em Interlagos. Os dois chegaram a se tocar novamente, mas Max conseguiu fazer a ultrapassagem.

A última corrida de Räikkönen pela Ferrari durou apenas sete voltas. O finlandês enfrentou problemas no seu carro e parou exatamente na linha de chegada do circuito árabe. Assim, Leclerc subia para a incrível quarta posição. Safety-car virtual na pista. Aí a Mercedes aproveitou para chamar Hamilton para fazer a troca, dos ultra para os supermacios — para ir até o fim —, voltando na quinta posição, atrás de Bottas, Vettel, Ricciardo e Verstappen. Isso porque Leclerc também aproveitou para fazer a parada.

Hamilton e Verstappen travaram uma batalha depois que a bandeira verde voltou a tremular em Yas Marina. Max, com os hipermacios, ganhou a luta e se manteve em quarto, enquanto o pentacampeão começava a ficar para trás. Na volta 16, era a vez de Vettel fazer sua parada, com a Ferrari também trocando os ultra pelos supermacios. Foi um pit-stop mais lento do que de costume, 3s7, e o alemão voltou atrás de Ocon, que não ofereceu resistência e foi ulttrapassado em seguida. Bottas fez a troca de pneus na volta seguinte, e a Red Bull assumiu a ponta com Ricciardo e Verstappen em segundo.

A Force India promoveu a inversão entre Pérez e Ocon. O mexicano assumia o sexto lugar e mostrava estar um pouco mais rápido, o que justificaria a troca de posições. O francês lutava para se segurar em sétimo, mas sofria com a pressão de Carlos Sainz. Mais à frente, Verstappen fazia seu pit-stop, e Hamilton ficava só atrás de Ricciardo. E a chuva parecia estar mesmo a caminho de Yas Marina.

Claramente com estratégia diferente, Ricciardo seguia na liderança. A chuva finalmente deu as caras, ainda que de forma muito leve. Mas por conta do forte calor, mesmo à noite, a tendência era que a pista continuasse seca. Em meio a tudo isso, Ericsson vinha lento e abandonava a prova pouco depois. Alonso subia para a nona posição, mas foi ultrapassado na volta 27 por Leclerc. Pouco depois, Alonso partia para os boxes para fazer seu pit-stop, caindo para 17º e último. Vandoorne, seu parceiro de McLaren, fazia uma grande manobra quando três carros ficaram lado a lado, vencendo a disputa com Ocon e Grosjean. Na volta seguinte, Esteban dava o troco e subia para 11º.

Na rabeira da corrida, Alonso não tinha performance do carro, mas mesmo assim conseguia lutar. O bicampeão passou a Williams de Sergey Sirotkin para subir à 16ª posição. Na mesma volta 34, Hamilton reassumia a liderança depois que a Red Bull chamou Ricciardo para a execução do pit-stop. O australiano voltou em quinto, atrás também de Bottas, Vettel e Verstappen. A chuva já não era uma ameaça nas 20 voltas finais da corrida.

Vettel procurava dar alguma graça à corrida ao conseguir fazer a ultrapassagem sobre Bottas e subir para segundo. O finlandês mostrava grande desgaste dos pneus, e o temor da Mercedes era que Hamilton sofresse do mesmo problema. Valtteri tinha dificuldades para segurar o carro na pista e chegou a passar reto na curva 8. Assim, Verstappen e Ricciardo estavam bem próximos. Mais atrás, Ocon era avisado de uma punição de 5s por ter cortado caminho.

Verstappen foi para cima e não perdoou a lentidão de Bottas. Com mais uma manobra arrojada na temporada, o holandês colocou o carro por dentro e fez uma grande ultrapassagem, chegando até a tocar na roda do carro da Mercedes. Valtteri também foi ultrapassado por Ricciardo e não houve jeito: a Mercedes o chamou para mais um pit-stop, colocando um novo jogo de pneus ultramacios.

Nas voltas finais, Hamilton se mostrou um pouco mais lento que Vettel por conta do desgaste dos pneus, mas ainda assim conseguia manter uma vantagem razoável na liderança. Por sua vez, Ocon indicava ter problemas no motor e jogava óleo na pista, recolhendo para os boxes para abandonar na volta 46. Verstappen completava o top-3, enquanto Ricciardo aparecia em quarto, à frente de Bottas, Sainz, Leclerc, Pérez, Grosjean e Gasly. 

Só que o francês da Toro Rosso também enfrentou problemas no motor logo depois e encostou na área de escape para abandonar. A saída do jovem levou Alonso a ganhar mais uma posição, ficando bem perto de somar um ponto na sua despedida. Mas o espanhol cruzou mesmo a linha de chegada em 11º. O espanhol chegou até a ser punido por ter cortado o caminho e tomou 5s, mas não o bastante para perder a posição para Brendon Hartley no fim.

F1 2018, GP de Abu Dhabi, Yas Marina, final:
1L HAMILTONMercedes55 voltas 
2S VETTELFerrari+2.581 
3M VERSTAPPENRed Bull Tag Heuer+12.706 
4D RICCIARDORed Bull Tag Heuer+15.379 
5V BOTTASMercedes+47.957 
6C SAINZ JRRenault+1:12.548 
7C LECLERCSauber Ferrari+1:30.789 
8S PÉREZForce India Mercedes+1:31.275 
9R GROSJEANHaas Ferrari+1 volta 
10K MAGNUSSENHaas Ferrari+1 volta 
11F ALONSOMcLaren Renault+1 volta 
12B HARTLEYToro Rosso Honda+1 volta 
13L STROLLWilliams Mercedes+1 volta 
14S VANDOORNEMcLaren Renault+1 volta 
15S SIROTKINWilliams Mercedes+1 volta 
16P GASLYToro Rosso Honda+7 voltasNC
17E OCONForce India Mercedes+9 voltasNC
18M ERICSSONSauber Ferrari+30 voltasNC
19K RÄIKKÖNENFerrari+48 voltasNC
20N HÜLKENBERGRenault+55 voltasNC

Fonte:Grande Premio

24 novembro 2018

Com Hamilton na pole, Mercedes consegue dobradinha em Abu Dhabi

Foto:Andrej Isakovic/AFP
A Mercedes conseguiu a dobradinha no GP de Abu Dhabi, o último do ano que é realizado no Circuito de Yas Marina, nos Emirados Árabes. Lewis Hamilton terminou em primeiro no classificatório ao bater o recorde da pista, garantindo sua 11ª pole no ano, a 83ª na carreira e a quarta em Abu Dhabi. Valtteri Bottas largará na segunda colocação.

Na segunda linha vem os carros da Ferrari. Sebastian Vettel irá dar a largada no terceiro posto com Kimi Raikkonen em quarto. Fernando Alonso, que fará sua última corrida no Fórmula 1, largará em 15º. O GP de Abu Dhabi será neste domingo, às 11h10 (de Brasília).

Q1

A Ferrari ficou a maior parte da primeira etapa do classificatório com seus dois pilotos na ponta, contudo, a Mercedes se recuperou e colocou Valtteri Bottas e Lewis Hamilton em segundo e terceiro, respectivamente, no final do Q1. Sebastian Vettel teve o melhor tempo com 1min36s775, 0s014 a mais do que o finlandês.

Esteban Ocon fez uma grande volta final e passou em quarto. Kimi Raikkonen ficou em quinto, seguido de Daniel Ricciardo e Max Verstappen. Lance Stroll, Sergey Sirotkin, Stoffel Vandoorne, Brendon Hartley e Pierre Gasly, que teve um problema em seu carro ao perder potência, foram eliminados.

Q2

O atual campeão da Fórmula 1 voltou muito bem para a segunda parte da classificação e bateu o recorde da pista no momento, cravando 1min35s693 e ficando no primeiro posto. Max Verstappen se recuperou na última volta e veio logo atrás do britânico, seguido por Sebastian Vettel. Charles Leclerc ficou em quinto, seguido de Nico Hulkenberg e Romain Grosjean.

Fernando Alonso, que largará em 15º na sua última prova na Fórmula 1, Sergio Perez, Kevin Magnussen, Marcus Ericsson e Carlos Sainz não avançaram para a última etapa.

Q3

Lewis Hamilton ficou na primeira posição na maior parte do Q3 e teve com última volta o tempo de 1min34s794, o que lhe garantiu a pole position. Valtteri Bottas ficou em segundo, seguido de Sebastian Vettel e Kimi Rikkonen.

Confira o grid de largada:

1 – Lewis Hamilton (Mercedes/Grã-Bretanha)

2 – Valtteri Bottas (Mercedes/Finlândia)

3 – Sebastian Vettel (Ferrari/Alemanha)

4 – Kimi Raikkonen (Ferrari/Finlândia)

5 – Daniel Ricciardo (Red Bull/Austrália)

6 – Max Verstappen (Red Bull/Holanda)

7 – Romain Grosjean (Hass/França)

8 – Charles Leclerc (Sauber/França)

9 – Esteban Ocon (Force India/França)

10 – Nico Hulkenberg (Renault/Alemanha)

11 – Carlos Sainz (Renault/Espanha)

12 – Marcus Ericsson (Sauber/Suécia)

13 – Kevin Magnussen (Haas/Dinamarca)

14 – Sergio Pérez (Force India/México)

15 – Fernando Alonso (McLaren/Espanha)

16 – Brendon Hartley (Toro Rosso/Austrália)

17 – Pierre Gasly (Toro Rosso/França)

18 – Stoffel Vandoorne (McLaren/Bélgica)

19 – Sergey Sirotkin (Williams/Rússia)

20 – Lance Stroll (Williams/Canadá)

Fonte:Gazeta Esportiva

23 novembro 2018

Esteban Ocon será o piloto reserva da Mercedes em 2019

(Foto: Andrej Isakovic/AFP)
Toto Wolf, chefe de automobilismo da Mercedes, confirmou que Esteban Ocon será o piloto reserva da escuderia alemã na próxima temporada. O francês perdeu o seu lugar na Force India para Lance Stroll como parte das mudanças feitas pelo pai do canadense, Lawrence, como líder do consórcio que resgatou a equipe.

Apesar da tentativa de tentar colocar Ocon em outras equipes, o anuncio da Williams de Robert Kubica como seu segundo piloto encerrou as opções para o piloto de 22 anos, que ficará fora do grid em 2019.

“Os planos são bem claros. Ele vai ficar bem perto da equipe da Mercedes, ele será nosso piloto reserva e terceiro piloto. Esperamos fazer testes com ele, estamos olhando para a pré-temporada e também para o teste dentro da temporada, mas ainda não está resolvido. Ele vai fazer muito tempo no simulador para se certificar de que está pronto”, afirmou Toto Wolf.

Valtteri Bottas, companheiro do pentacampeão Lewis Hamilton, vai até o final da próxima temporada. Dessa forma, Esteben Ocon pode ter a chance de voltar ao grid em 2020. Apesar disso, o francês afirmou que a Mercedes não lhe deu garantias em relação a 2020, mas viu com bons olhos a oportunidade de trabalhar na equipe alemã.


Fonte:Gazeta Esportiva

11 novembro 2018

Hamilton segura Verstappen e conquista pela 2ª vez o GP do Brasil

Foto:DJalma Vassão/Gazeta Press
Lewis Hamilton sofreu, mas conquistou a segunda vitória no Brasil da carreira. Neste domingo, o pentacampeão mundial perdeu a liderança para o jovem Max Verstappen depois de largar na pole, porém, graças a um incidente envolvendo o piloto da Red Bull e Esteban Ocon, conseguiu recuperar a primeira colocação e segurar o ímpeto do holandês para cruzar a linha de chegada em primeiro e subir no lugar mais alto do pódio no Autódromo de Interlagos, como fez em 2016.

Max Verstappen, por sua vez, fez uma excelente corrida e chegou a liderar até a volta 44, quando foi enormemente prejudicado pelo retardatário Esteban Ocon, que, sem nenhum motivo, bateu na parte traseira do carro do rival e o viu sair da pista. Assim, Lewis Hamilton não só acabou com a grande vantagem que o adversário da Red Bull havia construído, como também assumiu a ponta e, mesmo ameaçado nos momentos finais, não a largou mais.

Quem ficou com a terceira colocação foi Kimi Raikkonen. O finlandês, que disputou seu último GP do Brasil de Fórmula 1 como piloto da Ferrari – ele acertou seu retorno à Sauber para o ano que vem -, largou em quarto e fez uma corrida bastante sólida, garantindo ao menos um lugar ao pódio para a escudeira italiana, que acabou perdendo o campeonato de construtores para a Mercedes.

Sebastian Vettel, que largou na segunda colocação, terminou em sexto, enquanto o espanhol Fernando Alonso, que se despediu do GP do Brasil de Fórmula 1 neste domingo, cruzou a linha de chegada em penúltimo, à frente apenas de Lance Stroll, da Williams.

A corrida – Sebastian Vettel, ao contrário do ano passado, não largou bem e logo na primeira curva acabou perdendo a segunda colocação para Valtteri Bottas, da Mercedes. Enquanto isso, Max Verstappen, da Red Bull, não tomou conhecimento de Kimi Raikkonen e rapidamente assumiu a quarta colocação.

Pouco depois, Vettel novamente se deu mal, no mesmo lugar em que foi ultrapassado por Bottas. Desta vez, Verstappen foi o carrasco do alemão, não tendo qualquer dificuldade para deixar mais uma Ferrari para trás.

Tentando surpreender na estratégia, Fernando Alonso foi o primeiro piloto a fazer o pit stop, colocando pneus macios na volta 17. Em seguida, na volta 19, Bottas seguiu o exemplo do espanhol da McLaren e também voltou à pista com compostos mais resistentes, o que também foi aderido pelo seu companheiro de equipe, Lewis Hamilton.

Max Verstappen, por sua vez, não se abalou com a estratégia adotada pelos rivais da Mercedes e seguiu na pista com pneus supermacios. Desta forma, ele foi aumentando a vantagem para Hamilton e permanecendo na liderança por bastante tempo. Quando parou, optou por compostos macios, ao invés de médios, e não demorou muito para ultrapassar o pentacampeão mundial, que, surpreendentemente, não vinha conseguindo fazer frente ao holandês.

Na volta 44, porém, as coisas mudaram. O retardatário Esteban Ocon, sem qualquer razão, bateu na parte traseira da Red Bull de Max Verstappen, que foi enormemente prejudicado, saindo da pista. Desta maneira, não só a grande distância para Lewis Hamilton foi perdida, mas também a liderança.

Aos poucos, porém, Verstappen foi se recuperando e, esbanjando perseverança, fez um trabalho de formiguinha no restante da corrida, reduzindo a diferença para Hamilton a cada volta. Nos instantes finais, a distância entre os dois pilotos baixou para pouco mais de um segundo, mas o pentacampeão mundial mostrou por que é a grande estrela do esporte e se segurou firme quando mais foi exigido para garantir sua segunda vitória da carreira no Brasil.


Fonte:Gazeta Esportiva
 
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