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06 dezembro 2018

Bauru começa bem, sofre no fim, mas vence Curitiba pela Superliga

(Foto: Reprodução/Twitter oficial/Sesi Bauru)
Nesta quinta-feira, no Ginásio da Universidade Positivo, em Curitiba, a equipe da casa recebeu o Sesi Vôlei Bauru pela sexta rodada do primeiro turno da Superliga feminina. Melhor para as visitantes, que venceram por 3 sets a 1, com parciais de 25/19, 25/17, 24/26 e 25/23.

Com o resultado, a equipe paulista conseguiu a segunda vitória na disputa, em campanha que tem também três derrotas, somando agora sete pontos na tabela de classificação.

Já o time de Curitiba viu sua sequência de três triunfos consecutivos ser interrompida, tendo agora, no torneio, três vitórias, três reveses e 10 pontos conquistados na tabela.

Na próxima rodada da competição nacional, o Bauru recebe, no Ginásio Panela de Pressão, a equipe do Brasília, às 20h30 (horário de Brasília) da terça-feira seguinte. Já o Curitiba vai em busca da recuperação fora de casa, contra o Pinheiros, no mesmo dia às 20h00.

Nos dois primeiros sets no Ginásio da Universidade Positivo, só deu Bauru. Se, na primeira parcial, o Curitiba ainda conseguiu manter o equilíbrio das ações no início da rodada, no set seguinte a equipe paulista liderou com boa vantagem do início ao fim: parciais respectivas de 25/19 e 25/17.

No terceiro set, o bloqueio das mandantes passou a funcionar, assim como todo o plano ofensivo da equipe em geral. Atrás no placar, as visitantes até chegaram a cortar a diferença das rivais em um ponto na parcial, mas não conseguiram alcançar a reação: 26 a 24 para o Curitiba.

No quarto e último set, o Bauru novamente passou por dificuldades, mas diferentemente da rodada anterior, conseguiu fechar com a vitória e decretar seu triunfo no confronto.

10 novembro 2018

Praia Clube bate Osasco e ganha título inédito da Supercopa

(Foto: Divulgação)
O Praia Clube conquistou a Supercopa de maneira inédita na noite deste sábado. Em Fortaleza, o time mineiro ganhou do Osasco por 3 sets a 1, com parciais de 27/29, 25/17, 25/22 e 25/23. Decidido em jogo único, o torneio é disputado entre os campeões da Superliga e da Copa do Brasil.

O primeiro set foi marcado por viradas. No início, o Praia Clube abriu vantagem que chegou a atingir quatro pontos. No entanto, o Osasco conseguiu se recuperar, virou o placar e se manteve à frente até a reta final, quando o Praia Clube conseguiu empatar e levar a disputa para pontos extras. No entanto, a vitória ficou com o Osasco por 29/27.

Assim como no primeiro set, o Praia Clube disparou na liderança no início da segunda parcial, mas novamente deixou o time de Osasco encostar. Mas desta vez o time de Uberlândia conseguiu abrir nova vantagem e aumentá-la até o final da parcial, vencida por 25/17.

Ao contrário do que aconteceu nas duas primeiras parciais, nenhuma das equipes conseguiu abrir boa vantagem no decorrer do terceiro set. Os times fizeram disputa equilibrada e se alternaram na liderança, mas ao final a vitória ficou com o Praia Clube, que venceu por 25/22.

O Osasco foi superior na primeira parte do quarto set, mas o Praia Clube conseguiu equilibrar as ações e buscou o empate por 17/17. Em um bloqueio de Carol e Fernanda Garay, o time de Uberlândia tomou a liderança ao fazer 22/21 e garantiu o título em um ponto de Michelle com um 25/23.


Fonte:Gazeta Esportiva

29 agosto 2018

Brasil vence a Colômbia e segue invicto na Copa Pan-Americana

(Foto: Divulgação/NORCECA)
A Seleção Brasileira de vôlei masculino carimbou mais uma vitória na Copa Pan-Americana de voleibol. Nesta quarta-feira, os comandados de Renan Dal Zotto derrotaram a Colômbia por 3 sets a 0, com parciais de 27/25, 25/17 e 25/12, dando mais um passo em busca da classificação para os Jogos Pan-Americanos de Lima, em 2019.

“No primeiro set entramos um pouco afobados no saque e acabamos cometendo muitos erros. A partir do segundo set conseguimos melhorar o nosso serviço. É comum nas partidas a responsabilidade das bolas decisivas ficar nos ombros do oposto, e eu estou conseguindo ir bem nestes momentos”, contou Alan.

“Erramos muito nosso saque no primeiro set, ficamos abaixo do nosso nível. Eles estavam com dificuldade no passe e nós não estávamos aproveitando. No segundo set conseguimos melhorar e quebrar o ritmo deles, que têm ponteiros mais lentos. Conseguimos pontuar com o saque e o bloqueio, na mesma medida em quem mantivemos uma boa virada de bola. E foi o saque mais nos ajudou no resultado, é o que mais evoluímos”, continuou Thiaguinho.

O torneio conta com 12 equipes divididas em três grupos com quatro seleções em cada. O Brasil está no grupo B da competição junto com a República Dominicana, a Colômbia e o Canadá. Pelo regulamento, os dois melhores primeiros colocados avançam direto para a fase semifinal, enquanto o terceiro melhor primeiro e os três segundos disputam as quartas de final.

A próxima partida do Brasil será nesta quinta-feira, às 19h00 (horário de Brasília), contra o Canadá. Com o resultado desta quarta-feira, os brasileiros lideram o grupo B, com duas vitórias por 3×0 em dois jogos. Canadenses e dominicanos ainda se enfrentam.


Fonte:Gazeta Esportiva

11 agosto 2018

Admitindo “gosto amargo”, Roberta exalta preparação para o Mundial

(Foto: Gaspar Nóbrega/CBV)
Na reta final da preparação para o Mundial de vôlei feminino, a Seleção Brasileira tem pela frente quatro amistosos contra os Estados Unidos entre este domingo e o próximo sábado. Mesmo contra um adversário extremamente qualificado, que tem sido uma pedreira para as comandadas de Zé Roberto Guimarães nos últimos anos, o objetivo principal não é vencer as partidas, mas aproveitá-las para afinar a equipe. Quem garante o fato é a levantadora Roberta, que concedeu entrevista exclusiva à Gazeta Esportiva após o treinamento desta sexta-feira, em Barueri.

“Estamos focadas em questão de treinamento. O Zé deve mesclar bastante os times, botar todo mundo para jogar, para rodar, ver quem ele acha que encaixa melhor, qual time que ele está visando para este Mundial. Óbvio que a gente quer ganhar todos os jogos, mas é mais uma questão de preparação mesmo, de ver como cada uma está se sentindo, colocar cada uma para jogar”, assegurou a jogadora do Sesc/RJ, que também exaltou a importância da ‘maratona’ de amistosos ser contra uma seleção tão boa como a norte-americana.

“Acho importante ser contra um time deste nível dos Estados Unidos, um time que vem jogando muito rápido, um time muito forte. É bom para pegar ritmo e é bom que a gente fica com os vídeos guardados para estudar e buscar melhorar em cima do jogo delas”, completou.

Foram os próprios EUA, inclusive, os responsáveis por acabarem com o sonho do título Mundial do Brasil em 2014. A derrota por 3 sets a 0, nas semifinais daquele torneio, ainda não foi digerida pelas brasileiras, que prometem dar o máximo na busca por uma redenção em 2018. Roberta não fez parte do elenco que ficou com o bronze na última edição e, vivendo a expectativa de disputar seu primeiro Mundial, admite o gosto amargo na boca das brasileiras em função das últimas frustrações.

“Nenhuma derrota a gente engole muito bem. Eu, infelizmente, não pude estar presente nas Olimpíadas, mas vivenciei até pertinho com as meninas, o pós também, e com certeza fica entalado o jogo contra a China, a derrota no Mundial… Mas isso tudo vira motivação, para a gente saber que cada jogo contra a China vai ser difícil, cada jogo do Mundial vai ser difícil, e a gente quer reverter essa situação”, declarou.

No Japão, a Seleção Brasileira se encontra no Grupo D, ao lado de Cazaquistão, Porto Rico, República Dominicana, Sérvia e Quênia. Dentre os os cinco adversários na primeira fase, a levantadora não hesita em apontar contra quem deverá ser o duelo mais complicado.

“Vejo a Sérvia como o adversário mais complicado. Vem dando muito trabalho, as meninas são muito fortes. Não é um time tão rápido quando o dos Estados Unidos, mas tem atacantes fortes, saques viagem comparados a times masculinos, então é o time que a gente tem que se preparar melhor, com certeza”.

No início de setembro, a equipe de Zé Roberto Guimarães vai a Suíça, para a disputa do Torneio Montreux, no que provavelmente será o último teste oficial antes do Mundial. A estreia na competição mais esperada do ano é no dia 29 de setembro, contra Porto Rico. A finalíssima do torneio está marcada para o dia 20 de outubro, um sábado.


Fonte:Gazeta Esportiva

30 julho 2018

Fernanda Garay é convocada para a Seleção Brasileira de vôlei

(Foto: Divulgação/FIVB)
Nesta segunda feira, foi confirmada a volta de Fernanda Garay para a Seleção Brasileira de vôlei. A jogadora não atava pela equipe desde a Olimpíada do Rio de Janeiro, e voltou a ser chamada pelo técnico Zé Roberto Guimarães. As convocatórias são para treinamentos, visando o Mundial o Japão. A atleta irá se apresentar nesta terça-feira no Rio de Janeiro.

Campeã olímpica, Fê Garay se junta com Dani Lins, Roberta, Tandara, Carol, Bia, Adenízia, Thaisa, Natália, entre outras jogadoras convocadas pelo treinador. O Mundial será entre os dias 29 de setembro e 20 de outubro, no Japão.

Além da sessão de treinos, o Brasil fará quatro amistosos contra os Estados Unidos. O primeiro deles marcado para o dia 12 em Brasília. O último, no dia 18, no Rio de Janeiro.

Além do Mundial, o Brasil também tem pela frente o torneio Montreux Volley Masters, na Suíça, entre quatro e nove de setembro.


Fonte:Gazeta Esportiva

02 maio 2018

Após título inédito, Claudinha despede do Praia Clube em texto emocionado

Hoje tem textão! 📝 Mais uma temporada se acaba. Claro que eu não poderia deixar de passar aqui para agradecer esse ano maravilhoso. Foi uma temporada de muito trabalho, companheirismo, garra, união e treinos. De derrotas, mas muito mais de vitórias. De choro, mas muito mais de risadas. Foi uma temporada de muito aprendizado e amadurecimento. Agradeço primeiramente a Deus por me dar força para sempre continuar com meus sonhos e objetivos. Agradeço a toda diretoria do Praia Clube, aos patrocinadores e comissão técnica. A todas as atletas e funcionários que organizam tudo para nossos treinos e jogos. E a cada pessoa que fez parte dessa história. Aos sócios, aos não sócios, aos jornalistas. A todos que torceram e acreditaram mesmo nas derrotas e também aos críticos que nos fazem querer sempre mais. Aos meus amigos, a minha família que sempre estará comigo, a todos que de alguma forma tiveram sua participação para construirmos esse trabalho que coroamos com esse título inédito para cidade de Uberlândia. O vôlei não é só minha profissão e sim o que amo fazer. Sabemos que não vivemos só de momentos bons, e não existe certo ou errado, mas sim seu ponto de vista, seu conhecimento e sua forma de ser. Bom é isso. Mais um ciclo se fecha e com muita felicidade e carinho. Desejo muitas bençãos a todos. 🙌🏻🙏🏻🥇🏆 #deusnocomando #obrigada #praiaclube #dentil #isababy #orgulho #superliga
Uma publicação compartilhada por Claudinha Bueno (@claudinhabueno4) em

Depois de vencer a temporada e ser considerada a melhor jogadora da final da Superliga feminina, a levantadora Claudinha deixará o Praia Clube. Somando cinco temporadas na equipe mineira, sendo as três últimas seguidas, a atleta não poupou agradecimentos em texto emocionado publicado em suas redes sociais na noite dessa terça-feira.

Claudinha atuou nas duas primeiras temporadas do grupo de Uberlândia (MG) na Superliga. Em 2015, voltou ao time e foi vice-campeã no torneio nacional e na Copa Brasil. Viu, no ano seguinte, a equipe terminar no terceiro posto da principal competição de vôlei do País, para, dessa vez, conquistar o título inédito.

“Foi uma temporada de muito trabalho, companheirismo, garra, união e treinos. De derrotas, mas muito mais de vitórias”, escreveu a levantadora. “Teve muito aprendizado e amadurecimento”, afirmou em meio a diversos agradecimentos.

Claudinha destacou os fase postiva e ressaltou as conquistas. “O vôlei não é só minha profissão e sim o que amo fazer. Sabemos que não vivemos só de momentos bons, e não existe certo ou errado, mas sim seu ponto de vista, seu conhecimento e sua forma de ser”, escreveu. “Mais um ciclo se fecha e com muita felicidade e carinho”, finalizou.

Fonte:Gazeta Esportiva

23 abril 2018

Bicampeã olímpica, Fabi afirma que aposentar não foi uma decisão fácil

Sabe aquele momento que vc sabe que vai chegar mas não acredita? Sabe aquela sensação nostálgica de lembrar do início? Sabe gratidão? Pois é, senti tudo isso ao logo desses últimos meses, e aproveitei MUITO, mas muito mesmo. Não é uma decisão fácil, tomada do dia pra noite ou no calor das emoções. É com calma, lucidez e mtas conversas! Mas esse dia chegou! Quero rapidamente voltar a 1992, onde eu era uma menina que morava em iraja e sonhava em jogar na quadra com os meninos! Sempre fui atirada, queria ser aceita numa roda de meninos onde nenhuma menina figurava! E foi lá em iraja que tudo começou! A geração campeã olímpica de Barcelona me inspirou e me fez sonhar! Sonho, isso é o que a gente mais faz quando é criança! E eu sonhei! Mas jamais imaginei que tanta coisa bacana fosse acontecer! Sou grata pelos momentos, pela chance de defender uma nação, por conhecer lugares, por jogar com meus ídolos e conhecê-los bem de pertinho, por viver momentos inesquecíveis! E isso tudo foi o vôlei que me deu! A única certeza que carrego, independentemente de vitórias ou derrotas, sim, a derrota faz parte da VIDA, a sensação de se doar de alma pelas companheiras é o que mais me orgulho! Ontem foi especial! Perdemos o título para uma grande equipe, o que em nada desmerece nossa luta, nossa história e nossa trajetória! Eu estava onde queria estar, no time que queria estar, fazendo o que mais amava: jogando vôlei! Ao praia fica meu reconhecimento, pois do outro lado tinha mtas amigas!! Ao meu time o meu agradecimento! Essa é a palavra que carregarei comigo: gratidão! Aos fãs, sem vcs nada disso teria sentido, obrigada! A minha família e amigos: preparem-se, vou precisar mt de vcs!
Uma publicação compartilhada por Fabi Alvim (@fabialvim) em

O último domingo, marcado pela comemoração do Praia Clube, que pela primeira vez se sagrou campeão da Superliga feminina, também foi histórico para o vôlei brasileiro do outro lado da quadra. Isso porque a final foi a última partida de Fabi Alvim, do Sesc/RJ, antes de sua aposentadoria. Quase 20 anos depois de entrar na modalidade, inspirada pela geração campeã olímpica de Barcelona, a líbero, assim como suas referências, soma no currículo não apenas um, mas dois ouros olímpicos. Em suas redes sociais, a atleta destacou que aposentar não foi uma decisão fácil.

Campeã em Pequim 2008 e Londres 2012, a principal líbero brasileira se despediu também do Rio, clube que defendeu por 13 temporadas. “Estava onde queria estar, no time que queria estar, fazendo o que mais amava: jogando vôlei”, escreveu Fabi em seu Instagram. “Não é uma decisão fácil, tomada do dia para noite ou no calor das emoções. É com calma, lucidez e muitas conversas. Mas esse dia chegou”, continuou.

“Sou grata pelos momentos, pela chance de defender uma nação, por conhecer lugares, por jogar com meus ídolos e conhecê-los bem de pertinho, por viver momentos inesquecíveis”, ressaltou Fabi, que teve Bernardinho como treinador por quase 14 anos.
Foto:Reprodução/Instagram

Se a saída das quadras não teve o final triunfal como esperado, com ouro da Superliga, Fabi não poupou elogios ao time algoz. “Perdemos o título para uma grande equipe, o que em nada desmerece nossa luta, nossa história e nossa trajetória”, destacou. “Ao Praia fica meu reconhecimento, pois do outro lado tinha muitas amigas”.


Fonte:Gazeta Esportiva

15 abril 2018

Superior em casa, Rio vence o Praia Clube no primeiro jogo da final

(Foto: Reprodução/Twitter/CBV)
Jogando em casa, na manhã deste domingo, o Sesc RJ superou o Dentil/Praia Clube em partida eletrizante. Na luta pelo 13º título da Superliga, as donas da casa levaram a melhor no primeiro jogo da decisão da competição. O Rio mostrou superioridade nas primeiras etapas e, apesar de ter esboçado reação, o Praia viu o placar terminar em 3 sets a 1 para as rivais, com parciais de 26/24, 25/19, 22/25 e 25/17 .

A reedição da final de 2016 teve uma partida parecida com a do último encontro dos times na etapa. Da última vez, o Rio levou a melhor por 3 sets a 1, em Brasília (DF) e ficou com o título. Dessa vez, ainda há um segundo jogo para decidir.

Caso as donas da melhor campanha na fase de classificação vençam as adversárias na segunda partida, um set extra definirá as campeãs. O próximo jogo acontece em terras mineiras. A equipe comandada por Paulo Coco recebe as rivais no próximo domingo, às 9h, no Sabiazinho, em Uberlândia (MG).

A partida

O jogo deste domingo começou com um longo rali que foi finalizado pela experiente Walewska, abrindo o placar favorável ao Praia Clube. Com erros de Fabiana, o Rio conseguiu encostar, mas a equipe mineira aproveitou melhor os contra-ataques e mostrou superioridade no início da partida.

Em seguida, entretanto, as cariocas reduziram a diferença. Contando com erros das adversárias e bons saques a seu favor, o Rio conseguiu empatar e virar. Mais segura e na vantagem, Gabi bloqueou Fabi para fechar o set em 26 a 24.

Após imprecisão na recepção de Fernanda Garay, o Rio começou abrindo o placar na segunda parcial e assegurou a liderança no marcador com bons bloqueios. Na desvantagem, Fabiana tentou colocar o Praia de novo no jogo, mas a partida era dominada pelas donas da casa, que aproveitavam os erros rivais.

O Praia esboçou reação e, ponto a ponto, reduzia a diferença no placar. Apesar de ter defendido três sets points, já não havia mais espaço para o time de Fe Garay mostrar seu bom vôlei, que foi anulado com ataque na diagonal de Gabi, fechando o segundo set em 25 a 19.

Na terceira etapa, o Praia voltou embalado para deixar o confronto equilibrado novamente. Com ambas equipes oscilando na liderança, o marcador ficou igual, em 22 a 22 e a decisão foi adiada para os pontos finais. Com set point para o Praia, Garay fez bom saque e forçou o quarto set — 25 a 22.

A quarta etapa foi marcada por bom bloqueio do time carioca. Não podendo desperdiçar chances, as lideradas por Coco erraram e, na reta final, viram ataque de Drussyla que, sem bloqueio, mandou a bola para o chão e deu vitória a sua equipe.


Fonte:Gazeta Esportiva
 
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