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23 junho 2020

Antigos rivais vão representar a vela brasileira nos Jogos de Tóquio

A dupla de velejadores Gabriela Nicolino e Samuel Albrecht é relativamente nova. A parceria na classe Nacra 17 tem menos de dois anos, mas já acumula ótimos resultados. A começar pelo quinto lugar no Mundial da Dinamarca (2018), que assegurou a vaga para o Brasil nos Jogos de Tóquio (Japão), adiados para o  ano que vem. Um início promissor, já que na ocasião Gabriela e Samuel haviam  treinado juntos por apenas 20 dias. E não pararam por aí: em dezembro passado, Gabriela e Samuel confirmaram a vaga olímpica deles, no Mundial de Vela, na Nova Zelândia: ficaram em sexto lugar, o suficiente para carimbarem o passaporte rumo a Tóquio. 

Enquanto o Samuel parte para a sua terceira edição olímpica, a Gabriela é uma estreante nos Jogos Durante o ciclo de 2016, os dois chegaram a ser rivais. Ele formava dupla com Isabel Swan e superou a adversária Gabriela que  navegava com João Bulhões, em 2015, durante o Torneio Sul-Americano de Vela, em Niterói (RJ). Samuel e a parceira Isabel garantiram a vaga olímpica ao concluírem a prova duas posições à frente de Gabriela e João. 

“A gente, na verdade, não chegou a conversar sobre isso. Ser rival proporciona uma proximidade muito grande. Você passa a conhecer o outro atleta. Ninguém leva muito para o lado pessoal uma vitória ou uma derrota. Isso tudo faz parte da magia do esporte”, explica Gabriela durante entrevista à Agência Brasil. 
Foto: Divulgação/Agência Brasil

A velejadora, de 30 anos, garante que, depois de conviverem anos como rivais, a decisão de formar uma parceria não foi fácil. Teve até um “empurrãozinho” da Confederação Brasileira de Vela (CBVela) e do Comitê Olímpico do Brasil (COB). “Foi uma decisão difícil. Já estava há uns três anos com o João. Mas chegou uma hora que nós dois concluímos que valia a pena correr esse risco. Temos muita confiança no trabalho”, revela a atleta carioca.

A classe Nacra 17 é a única que permite duplas mistas nesse ciclo olímpico. Problema? Para os dois, é até melhor velejar com alguém do sexo oposto. “Ela tem diversas qualidades: é atenta aos trabalhos de equipe, disciplinada e cuida da preparação física. É uma excelente profissional-atleta”, elogia parceiro  Samuel, ao conversar com a Agência Brasil. 

Gabriela explica o papel de cada dentro da embarcação. “O mais importante é promover a interação e o respeito. Na dupla, já levamos de uma forma muito natural. Eu faço a ‘proa’, que é a posição que exige mais força, mais potencial muscular. O Samuel se desenvolveu muito como ‘timoneiro’. Foram decisões totalmente técnicas”.

O ano passado terminou em grande estilo,  com a conquista da vaga olímpica no Mundial da Nova Zelândia. Mas, até chegar lá, a dupla precisou percorrer longo caminho. “Em janeiro conquistamos a prata na etapa de Miami da Copa do Mundo. Mas, logo depois sofri uma lesão de fratura exposta no dedo, enquanto corríamos uma regata no Troféu Princesa Sofia [Espanha]. Isso veio como um balde de água fria. Foi um longo recomeço”, lembra o gaúcho Samuel. 

A sequência de eventos prosseguiu. Samuel e Gabriela conquistaram o  bronze no Pan de Lima, participaram do evento-teste da vela na Baía de Enoshima (Japão) e, por fim, do Mundial de Vela na Nova Zelândia. “Ou seja, muitas viagens, muitos traslados. Então, não tivemos a chance de treinar como gostaríamos. E tem também a parte da logística. Temos um barco no Japão, um na América [do Sul] e outro na Europa. Tudo muito puxado e faltou tempo. O barco do Japão foi para a Nova Zelândia e atrasou por questões burocráticas. Quebrou também uma peça durante as regatas. Mas menos mal que já tínhamos garantido a nossa vaga na Seleção”, finaliza Gabriela.

20 novembro 2018

Robert Scheidt volta a competir e vence regata de abertura da Copa Brasil

(Foto: Divulgação)
O veterano de 45 anos, Robert Scheidt começou sua participação na Copa Brasil de vela nesta terça-feira com vitória na primeira regata, em Santa Catarina. Na sequência, em duas provas de recuperação, cruzou a linha de chegada em segundo e terceiro lugar, respectivamente.

Dessa forma, Scheidt assumiu o segundo lugar na classificação geral, com seis pontos perdidos, atrás de Bruno Fontes, que perdeu apenas quatro pontos. Nesta quarta-feira, as disputas irão prosseguir.

“Tivemos um dia longo na água, com três regatas. Com vento a dez nós, consegui vencer a primeira e nas duas seguintes enfrentei situações parecidas. Não velejei bem no início e montei a primeira boia entre quinto e sexto lugares. Consegui ir me recuperando ao longo das provas e fiz segundo e terceiro. Sinto um pouco a falta de ritmo de regata, mas vou continuar batalhando e tentando melhorar a cada dia”, afirmou.


Fonte:Gazeta Esportiva

11 novembro 2018

Robert Scheidt conquista o título sul-americano da classe Star

(Foto: José Olímpio/Divulgação)
O Brasil dominou o Campeonato Sul-Americano da classe Star de 2018. Neste domingo, o bicampeão olímpico Robert Scheidt e seu parceiro Arthur Lopes se sagraram campeões sul-americanos da modalidade com os compatriotas Lars Grael e Samuel Gonçalves na segunda posição.

Robert Scheidt e Arthur Lopes venceram a primeira regata do dia, no Iate Clube do Rio de Janeiro, e terminaram a segunda prova da competição na segunda posição. Lars Grael e Samuel Gonçalves ficaram na segunda posição na primeira regata e na liderança da segunda e o título foi decidido nos critérios de desempate.

“Honestamente, para mim é inacreditável conquistar esse título. Começamos o dia distantes do primeiro lugar e eu acreditava mais na possibilidade de um pódio. Mas foi um dia bem velejado. Estou feliz e surpreso por virar o jogo nas últimas regatas. E foi a primeira vitória importante com o Arthur Lopes. Havíamos ganho o Campeonato Paulista, mas vencer o Sul-Americano é importante para a gente”, disse Robert Scheidt após a conquista


Fonte:Gazeta Esportiva

16 setembro 2018

Em evento-teste para Tóquio 2020, Jorge Zarif termina em quarto

 (Foto: Pedro Martinez/ Sailing Energy)
Os representantes do verde e amarelo participaram, neste domingo, do primeiro evento-teste para os Jogos Olímpicos de Tóquio 2020. Na raia de Enoshima, no Japão, o mal clima não ajudou Jorge Zarif na luta por medalha na classe Finn. Isso porque a prova foi cancelada e o velejador terminou em quarto lugar, com 43 pontos perdidos.

A disputa para Zarif foi acirrada. Com bom controle, ele conseguiu ficar entre os cinco primeiros ao lado do campeão olímpico Giles Scott. O britânico ficou com a prata da disputa,enquanto o ouro foi para o holandês Nicholas Heiner.

Além de servir como teste, o evento também foi válido como primeira etapa da temporada 2018/2019 da Copa do Mundo da World Sailing (Federação Internacional de Vela). Na disputa, as brasileiras Martine Grael e Kahena Kunze conseguiram ouro na classe 49er FX, na sexta-feira.

Agora, os brasileiros se preparam para o principal campeonato de classes olímpicas do país. A Copa do Brasil de Vela tem início em 18 de novembro, em Florianópolis (SC).


Fonte:Gazeta Esportiva

15 setembro 2018

Josiane e Michel terminam Mundial de remo fora do pódio

 (Foto: CBVela)
Por 17 segundos os brasileiros Josiane Lima e Michel Gomes não conseguiram um espaço no pódio da final A do Double Skiff Misto PR2, no Mundial de remo, na Bulgária. Eles anotaram 08min37s990 e chegaram atrás apenas dos representantes da Holanda, Polônia e Ucrânia, que conquistaram os melhores tempos da prova paralímpica, neste sábado.

Por sua vez, a dupla Xavier Vela Maggi e Willian Giaretton terminaram o Mundial garantindo a 17ª posição no Dois Sem (M2-). Os representante do verde e amarelo também viram bom desempenho de Milena Viana, que ficou no 19º posto, no Skiff Simples (W1x).

Na final C, disputando entre a 13ª e a 18ª posição, os brasileiros cravaram 6min31s610, terminando na quinta posição do confronto e, consequentemente 17º posto geral. A prova foi liderada pelos representantes da Croácia, que anotaram 6min14s960.

Na prova de Milena, quem levou a melhor foi Magdalena Lobnig, da Áustria. A brasileira anotou 7min50s510 e fez o melhor tempo na final D. O resultado deu para ela a 19ª posição da categoria.


Fonte:Gazeta Esportiva

Martine Grael e Kahena Kunze conquistam ouro na Copa do Mundo de Vela

 (Foto: WILLIAM WEST/AFP)
Neste sábado, as campeãs olímpicas Martine Grael e Kahena Kunze asseguraram mais uma conquista para o currículo. No penúltimo dia de regata em Enoshima, no Japão, a dupla brasileiro confirmou a medalha de ouro na Copa do Mundo de Vela, válida também como teste para os Jogos Olímpicos de 2020. Já Jorge Zarif perdeu uma posição na classificação geral, enquanto Patrícia Freitas ficou com a 12ª colocação.

O posto mais alto do pódio já estava praticamente garantido para as duas brasileiras, que terminaram na oitava colocação neste sábado. Porém, o domínio completo durante a semana, com quatro vitórias em oito possíveis, consagrou o bom momento com a conquista da medalha da 49erFX feminina. Em toda a regata, Martine e Kahema perderam apenas 19 pontos.

Outro brasileiro na competição, Jorge Zahif segue na disputa pela Finn, mas viu sua situação piorar com a 14ª colocação na última regata. Dessa forma, viu sua classificação geral ir para o 4º lugar, com 43 pontos perdidos. Depois das nove primeiras etapas, o holandês Nicholas Heiner, com 32.80 pontos perdidos, é o líder.


Fonte:Gazeta Esportiva

12 setembro 2018

Martine e Kahena vencem duas regatas e lideram Copa do Mundo

 (Foto: Jesus Renedo/Sailing Energy)
Nesta quarta-feira, Martine Grael e Kahena Kunze venceram duas das três regatas do dia na Copa do Mundo de Vela em Enoshima, Japão. As atletas brasileiras, que já venceram três das seis regatadas na classe 49erFX, lideram o evento teste para os Jogos Olímpicos de Tóquio 2020.

As medalhistas de ouro nas Olimpíadas do Rio de Janeiro descartaram sua pior colocação até o momento, e somam dez pontos. No segundo lugar está Alex Maloney e Molly Meech, com 22 pontos.

“É bom ter a Martine e a Kahena de volta, acho que isso só eleva o padrão das regatas”, comentou Alex Maloney. “Elas estão navegando bem e é ótimo tê-las na corrida novamente”.

Essa é a segunda competição que a dupla brasileira disputa em 14 meses, porque Matine estava disputando a Ocean Race. Na quinta-feira, serão realizadas mais três regatas e a regata da medalha será realizada no sábado.


Fonte:Gazeta Esportiva

11 setembro 2018

Martine e Kahena lideram primeiro dia de evento teste para Jogos de Tóquio

 (Foto: Jesus Renedo/ Sailing Energy)
A Equipe Brasileira de Vela começou bem sua participação no primeiro evento-teste para Tóquio 2020, a mais importante competição de 2018 no caminho rumo aos Jogos Olímpicos. As campeãs olímpicas Martine Grael e Kahena Kunze assumiram a liderança na classe 49er FX, com apenas três pontos perdidos ao fim do primeiro dia de regatas em Enoshima, nesta terça-feira, dia 11. Patrícia Freitas (classe RS:X feminina) e Jorge Zarif (Finn) também aparecem no top 7 da classificação.

As regatas do segundo dia têm início previsto para 23h40 (de Brasília) da noite desta terça-feira. O campeonato é válido ainda como primeira etapa da temporada 2018/2019 da Copa do Mundo da World Sailing (Federação Internaiconal de Vela).

Na abertura da competição, Martine e Kahena venceram a primeira regata do dia e se mantiveram sempre entre as primeiras colocadas, somando mais um segundo lugar e um quinto (descartado). Logo atrás das brasileiras aparecem as neozelandesas Alexandra Maloney e Molly Meech, e as dinamarquesas Ida Marie Baad Nielsen e Marie Thusgaard Olsen, com quatro pontos perdidos.

Na RS:X feminina, Patrícia Freitas ocupa a sexta colocação, com 10 pontos perdidos após três regatas. A líder é a campeã mundial Lilian de Geus, da Holanda (2 p.p.).Na Finn, Jorge Zarif disputou duas provas nesta terça-feira e aparece em sétimo lugar, com 14 pontos perdidos. O campeão olímpico Giles Scott é o primeiro colocado (7 p.p.).

O evento-teste reúne 466 velejadores de 44 países. As regatas acontecem na raia de Enoshima, a mesma dos Jogos Olímpicos de Tóquio 2020, com as disputas por medalha previstas para sábado e domingo. A competição reúne as dez classes do programa olímpico: RS:X masculina, RS:X feminina, Laser, Laser Radial, Finn, 470 masculina, 470 feminina, 49er, 49er FX e Nacra 17.


Fonte:Gazeta Esportiva
 
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